Diário Oficial do Município de São Paulo 29/08/2017 | DOMSP-SP

Padrão

o carro e venham para o sistema eficiente de transporte. E a

bicicleta realmente faz parte do nosso programa de governo aí,

(Colocação fora do microfone)

Irineu: Seu nome. Robson. Robson, por gentileza, porque nós estamos gravando. E par ao sistema de som. (incompreensível).

Rodson: Em relação à troca de tecnologia, o pessoal tá muito preocupado como, por exemplo, o cara trocou o carro faz um ano, teoricamente o carro teria 6 anos para rodar no sistema, aí ele tá preocupado assim, por exemplo, carro dele não vão ter que ter ar-condicionado, vai ter um tempo hábil para ele trocar esse carro? Entendeu? Tem muita gente preocupada com isso. Tem gente que não trocou ainda o carro justamente por causa disso, entendeu?

Irineu: Obrigado, Rodson, sua colocação. Muito boa a sua colocação aí. Evidentemente que nós teríamos que dar prazo, carros aí que já devia ter sido trocados, que estão com mais de 10 anos, mas o operador não consegue trocar, primeiro porque ele tem um contrato frágil, ele tem um contrato de emergência. Ele vai no banco, não tem banco que vai garantir essa compra, essa carta de fiança, na medida que ele tem contrato que tem prazo que vai terminar daqui 6 meses, daqui 2 meses, daqui disso, mas entendemos também o problema. Evidentemente que quem comprou um carro há 2 anos, 3 anos, ele tem pela regra 10 anos para trocar, então ele tem 7 anos, ou 6 anos para rodar com aquele carro. O que ele puder colocar, agregar dos novos equipamentos, ele agrega. Mas eu te digo uma coisa, nós vamos ter uma evolução muito grande, porque nós temos aí, se não me engano, são 60% das frotas, se eu não tiver errado, que está com Euro-3, Euro-3 hoje já não é mais admitindo, já não tem mais carro Euro-3. Agora é o Euro-5. Só essa troca gradativa que aconteceu do Euro-3 para o Euro-5 já vai dar uma qualidade no ar muito muito melhor do que já tem hoje. E esse inventário das emissões do material particulado, do CO2 e do NOX, vai dar uma diminuída muito grande, só na troca gradual, normal, sem forçar nada, a gente já vai ter uma substituição boa aí, e uma melhoria muito grande. Então naquela nossa tabela regressiva de melhoria da qualidade do ar, da diminuição do material particulado, do NOX e o CO2, então a gente já vai ter um ganho muito bom. Obrigado pela sua pergunta. Mais alguém? Viviane, André, mais alguém quer fazer uma colocação, uma pergunta? Ok. Um minutinho só que o Ferreira aqui tem alguma...

Ferreira: Boa noite, a todos e a todas. Eu sou Ferreira, da SPTrans, nós somos da área de Articulação Comunitária, lá da SPTrans, eu pedi à Cláudia que colocasse ali, nós temos o e-mail com abertura desse canal para que vocês, munícipes, usuários do transporte, se tiver alguma sugestão, alguma reclamação pontual sobre linhas de ônibus, sobre qualquer assunto voltado ao transporte público na região ou no entorno dos bairros onde moram, podem, por favor, encaminhar para aquele e-mail ali: comunidade@sptrans.com.br, que as sugestões, reclamações serão todas tratadas e encaminhadas para o procedimento adequado. Ok? Obrigado.

Irineu: Muito obrigado, Ferreira, acho que foi importante. Só deixar claro que esse é um canal para comunidade, atendimento, hoje, dos problemas, reclamações, enfim, além do 156 que existe também, esse é um outro canal. E aquele outro site é para as licitações, o edital, sugestões da licitação. Então deixar bem claro aqui, se todos concordarem, eu vou para fechamento. Mas se alguém tiver mais alguma colocação, alguma pergunta, alguma dúvida, deixar claro então, a abertura de recebimento de sugestões, de colaborações continua aberta, tão logo o edital, a minuta do edital saia, continua aberta, e aí a gente volta a ter novamente as sugestões e as críticas. Queria mais uma vez agradecer a todos, o pessoal do apoio aqui. Agradecer aqui a recepção do nosso prefeito regional pelas instalações, pelo recebimento, pelo pronto atendimento quando a gente fez a proposta. Queria agradecer o Rafael também, pedir desculpas que eu não falei no início o nome, Rafael, da nossa equipe de assessoria de imprensa. Eu passo aqui para o prefeito regional para fazer as últimas considerações e o fechamento.

Luiz Carlos Frigério - Subprefeito Aricanduva-Vila Formosa: Também queria agradecer a presença de todos, é muito importante vocês participarem. Essa é a oportunidade de ver o que está errado e tentar implantar para melhoria nossa, da população em geral. Quero agradecer o Irineu e sua equipe toda aqui, a presença, os esclarecimentos. E podemos dar por encerrada a audiência. Muito obrigado a todos por terem saído de casa e virem aqui para ajudar a gente a fazer uma administração melhor. Obrigado a todos aí.

PREFEITURA REGIONAL BUTANTÃ

Paulo Vitor Sapienza - Subprefeito Butantã: Boa noite a todos. É uma honra tê-los aqui, tem o pessoal da Secretaria de Transportes, João, pessoal de toda estrutura, um pessoal competente, CET, SPTrans e agradecê-los também. Eu nunca vi uma secretaria tão próxima da prefeitura, tão competente, tão junto como vocês estão. Nós estamos aqui pra discutir o Plano Regional de Transporte, a nova licitação, eles vão explicar. A nossa região é uma região atípica. Nós temos, além da movimentação interna, nós temos uma estação de metrô e, graças a Deus, iremos inaugurar este ano, mais tardar janeiro ou fevereiro, as duas novas estações, Vila Sônia e Morumbi, que vai ajudar muito na nossa região na questão transporte. Eu tenho uma série de outras reuniões, eu peço a licença, a desculpa de me retirar, estarei aqui na prefeitura, qualquer coisa estarei lá em cima despachando. Hoje eu vou até meia-noite. Mas os senhores estão em boas mãos, com pessoas extremamente competentes, compromissadas com o órgão público, positivos e com uma vontade imensa de resolver o nosso problema regional no campo do aperfeiçoamento. Muito obrigado, boas discussões, boa audiência pública. E eu passo a palavra a você, peço a permissão, eu vou escutá-lo, depois se eu posso me retirar. Muito obrigado.

João Manoel Barros - SMT: Boa noite a todos, eu sou João Manoel Barros, chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes. Quero agradecer imensamente a presença de todos aqui presentes nessa audiência pública que é de suma importância pro transporte público coletivo da cidade de São Paulo e pro futuro desse transporte. Agradeço ao prefeito Paulo Vitor Sapienza pela recepção aqui na prefeitura regional do Butantã. Apresento os meus companheiros de mesa, o Celso, o Adriano, Marcelo Machado e o Eliseu Soares, todos superintendentes, diretores, superintendentes, gerentes, técnicos da companhia São Paulo Transportes. E o Eliseu Soares, assessor do gabinete. Prefeito Paulo, muito obrigado pela recepção, eu vou dizer que vamos fazer um roteiro de audiência regional seguindo o padrão estabelecido pras 33 audiências públicas que vamos realizar na cidade de São Paulo nesses próximos dias. Peço que fique à vontade pra conduzir a sua agenda como já estava pré-programada. Essa reunião passa ser tocada, conduzida pela Secretaria Municipal de Transporte com a licença da prefeitura regional gentilmente. Eu me dirigirei ao púlpito e de pé falarei um pouco da apresentação, da licitação, do prognóstico, dos prazos. E depois a gente passa a palavra pros participantes. Eu vou fazer uma apresentação interessante de 15 minutos e a gente volta a falar. Muito obrigado, prefeito Paulo.

Paulo Vitor Sapienza - Subprefeito Butantã: Obrigado, boa sorte. Eu conheço o projeto, depois eu volto aqui, viu, antes de terminar a audiência. Bom trabalho pra todos. Bom trabalho.

João Manoel Barros - SMT: Então, mais uma vez, boa noite. Quero dizer da alegria de estarmos aqui na prefeitura regional do Butantã. Tem uma área de 56 km2, uma população, de acordo com o censo 2010 do IBGE, de 428 mil habitantes. A estima

tiva hoje, em alguns cálculos extraoficiais, de 600 mil habitan

tes, com uma população volante de 1,5 milhão de área. O IDH

Lapa, de Pinheiros e Campo Limpo, e possui cinco distritos: a Vila Sônia, o Morumbi, o Butantã, Raposo Tavares e o Rio Pequeno. São muitas praças, áreas verdes. Esses dados nos foram passado pela assessoria do prefeito Paulo Vitor, na pessoa do João Batista. E é bom a gente sempre lembrar. Esse roteiro de audiência pública regional... antes de entrar no roteiro, vou agradecer a presença da Sônia Loureiro, assessora da vereadora Adriana Ramalho, do PSDB, a Sônia está aqui conosco. Dizer

da Superintendência vinculada a Diretoria de Planejamento da SPTrans, o Adriano Teixeira também da Diretoria de Planejamento da SPTrans e o Marcelo Machado, superintendente também da Infraestrutura da SPTrans. Eu sou João, chefe de gabinete. E a programação, seguindo o roteiro de todas essas nossas audiências regionais que serão realizadas segunda, terça e quarta

uma apresentação de 15 minutos, que já farei, e aí a gente abre pra perguntas dos participantes e as respostas das perguntas na sequência. Lembrando que essas respostas, seguindo a Lei de Licitação, a gente seguirá alguns padrões por lei definidos. Mas, mais uma vez agradecer imensamente a participação de vocês todos, a acolhida nessa audiência pública, dizer que esta-

tenha ganhos efetivos pra sua população de transporte público nos próximos anos e nas próximas décadas, fruto dessa licitação que a gente almeja e terá amplo sucesso. Por favor, Marcelo. Por quê? O motivo da licitação, qual é o motivo de estarmos aqui hoje, de estarmos programando uma nova licitação do transporte público coletivo da cidade de São Paulo? Porque os contratos atuais das empresas operadoras estão vencendo, é necessário de fazermos urgentemente novos contratos. Pela legislação em vigor, obviamente, pela Lei 8666/93, somente podemos fazer isso por meio de licitação. É importante a gente dizer esse básico pra que as pessoas e todos, fique bem claro a todos que não é uma escolha sem fundamentação, uma fundamentação jurídica fez a administração municipal desta gestão e continuidade a gestão anterior que já havia iniciado o processo interno, a tomada de decisão em realizar essa licitação. Portanto, estamos apresentando os padrões e as regras que serão exigidos pra essa nova contratação do transporte público municipal. O poder público municipal não pode simplesmente escolher: vou contratar com A e B porque quero. Seguindo a Lei de Licitação, seguindo toda a ampla concorrência, a ampla competição, a gente almeja chegar a um fim positivo, que é assinatura do contrato. Hoje a gente apresenta os padrões e as regras que serão expostas, exigidas dos competidores, das empresas nessa licitação, na busca, sempre, pela qualidade e constante melhoria da prestação de serviço aos usuários, que são, sem dúvida nenhuma os que mais sentem os resultados positivos ou negativos, os impactos do bom ou mau sistema de transporte público numa capital como São Paulo dentro de uma metrópole, de um contexto macro metropolitano, com 20 milhões de habitantes, 13, 14 em São Paulo, 39 municípios conturbados. Uma macro metrópole que necessita de muita atenção e muita , ou almejando o máximo de eficiência na sua atuação. Por favor, Marcelo. Todas as sugestões são muito bem-vindas. Essa fase de audiência é justamente pro poder público ouvir, ouvir as sugestões, as críticas, nós vamos falar um pouquinho depois abrir a ampla palavra pra captarmos, anotarmos, registrarmos, está tudo sendo gravado, está tudo sendo registrado pelos nossos documentos internos que fundamentam as decisões a serem tomadas. Então essa revisão do processo, por que escrevemos revisão do processo? Porque é uma revisão da rede de linhas pra atender melhor a população, distribuindo melhor na cidade, visando, entre outros itens, combustíveis menos poluentes, metas de redução, portanto, da poluição com uma boa e nova contemporânea matriz energética. Atualização das tecnologias dos veículos e do controle operacional, a TI, o quanto é importante pro bom atendimento, pro bom uso pro cidadão, pro usuário, a tecnologia. Revisão dos custos e o índice de ponderação da remuneração, mudando, agregando valor aos critérios de remuneração aos contratados pela prefeitura, os empresários que atuam nesse setor. E assim, tendo um prazo contratual de acordo com a legislação, ainda estamos definindo exatamente o prazo qual vai ser, mas o prazo é um item importante pra essa licitação. Além da operação dos ônibus é possível também, isso é importante dizer, que as empresas vencedoras fiquem responsáveis também pela manutenção do pavimento dos corredores, das vias onde esses ônibus trafegam, destacadamente os corredores, e a manutenção da rede aérea dos trólebus. Nós conhecemos os trólebus na cidade de São Paulo, a manutenção daquela rede aérea também está sendo junto com o pavimento dos corredores, a manutenção da qualidade dos pavimentos, estudado pra que se componha ou não a contratação na licitação. Mas o objeto principal, importante destacar isso a todos, é outorga, a autorização pelo poder público do serviço de transporte coletivo municipal de passageiros. Esse é o nome oficial na nossa licitação, esse é o objeto principal da nossa licitação. Pra gente organizar esse objeto, a gente teve que definir uma concepção, a concepção foi da rede e serviços. Com o objetivo macro do atendimento à população visando a qualidade, eficiência e a segurança, melhorando a mobilidade na cidade de São Paulo. Temos aqui os municípios limítrofes, as marcas coloridas representando a cidade de São Paulo, com as abas aqui embaixo, esse é o desenho da cidade de São Paulo. Dentro dessa concepção de redes e serviços, a licitação pretende, o poder público, através da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transporte da prefeitura de São Paulo, reorganizar as linhas de ônibus com base nos corredores, nos terminais e estações de transferências existentes. Aumentando a oferta de lugares nos bairros, de acessos, aumentando a eficiência operacional nos corredores e adequando a frota à tecnologia veicular, as novas tecnologias que podem agregar ao serviço prestado. O maior conforto e a garantia de facilidade de uso aos usuários, aperfeiçoando a comunicação e o atendimento, reduzindo a sobreposição dos serviços, muitas linhas nos corredores de ônibus e especialmente no setor central. A equipe de formulação desse edital... É importante que se faça um parênteses dizendo que nós montamos um grupo de trabalho com os técnicos de carreira da SPTrans, muitos técnicos com muita bagagem, correto? Adriano, técnicos com histórico na companhia, que estão lá há muitos anos, aliados aos diretores, dois dos diretores são de carreira, o Operacional e o de Planejamento, o Levi Oliveira e o Shingai, Paulo Shingai, diretor de operações, são de carreira da SPTrans. Nós montamos uma diretoria bem qualificada e montamos um grupo técnico pra continuar a elaboração do edital. Porque a gestão anterior havia iniciado um processo interno de formulação do edital e não publicou, mas agora nós fizemos essa revisão, estamos programando a publicação, com uma equipe que mescla os técnicos que chegaram e os técnicos que já pertenciam, correto, Marcelo, a companhia São Paulo Transportes, que é a nossa SPTrans. Logicamente que dialogando sempre com a Secretaria da Fazenda, Secretaria de Gestão, as outras pastas do meio que cuidam do orçamento, do planejamento na prefeitura de São Paulo. A conceituação e organização se baseou em 21 setores, unidades de planejamento. Esses 21 setores representem os subcentros, as centralidades, onde há vida urbana distribuída, formando subcentros, uma cidade (incompreensível) como é São Paulo. E elas foram muito consideradas no planejamento e na organização dos serviços. Então, aí os 21 desenhos, os 21 limites dentro do território da cidade de São Paulo que vemos. Na sequência, Marcelo. Esses 21 setores foram agrupados em oito áreas operacionais e foram organizados em grupos que perpassam essas 21 áreas, e esses três grupos tem as três nomenclaturas especiais. Distribuição, atendimento nos bairros,

aos bairros. Um setor grupo estrutural, que é o atendimento aos principais corredores. E o terceiro é a articulação regional, o

estrutural e articulação regional, são os três grandes grupos em que se dividiram os 21 setores da cidade, subcentros. O serviço Atende a gente faz um destaque especial porque ele é muito bem conhecido, muito bem elogiado, sempre também buscando melhorar. Então, a remuneração dos serviços do Atende continuará a ser feito através de verbas orçamentárias e organização específica. A gente fez questão de destacar isso, o Atende está sendo tratado de uma forma exclusiva. E a nossa licitação do

truído internamente, o alvo dessas audiências públicas pra captação de sugestões, prevê alguns tipos de veículos, alguns tipos de veículos dentro da frota, com capacidade de 41 até 194 passageiros nessas variações, toda acessível. É um ponto importantíssimo a acessibilidade dos veículos. O mini-ônibus, pode voltar um pouquinho, Marcelo, eu vou mostrar um pouquinho

bém a apresentação está à disposição depois pra revisar, consultar. Mini ônibus, 41 pessoas, capacidade de 41 passageiros, o básico, capacidade de 75, azulzinho aqui à esquerda. O padron, 84, amarelinho no centro. O mini-ônibus 54 lá, com capacidade um pouquinho maior, vinculado ao padron com capacidade de 102, forma uma faixa inicial. A faixa central, o articulado, 115

metros com 171 de capacidade, o biarticulado com capacidade de 194, e o padron, capacidade de 84 que é o vinculado ao tró-lebus, vinculação a linha aérea. As alternativas energéticas são muito importantes pra gente, os seus itens específicos constarão do edital e serão especificadas metas específicas de redução de poluentes. Há uma preocupação muito grande da administração pública, de todo o mundo contemporâneo em atenção ao meio ambiente, qualidade de vida do cidadão, também está na nossa pauta a qualidade do ar, qualidade ambiental, meio ambiente que São Paulo vive, os cidadãos vivem. Então, serão especificadas metas de redução específicas pra material parti-culado, gás carbônico e óxido de nitrogênio, as três siglas aí. E já encaminhando pro final, estamos já mais ou menos chegando ao final, a atuação tecnológica, equipamentos dentro dos ônibus certificados por entidades definidas, e evolução do sistema integrado de monitoramento que existe hoje. O que significa esses três itens aqui? Como nós queremos remunerar de uma forma mais qualificada, agregando valor à remuneração, o próprio poder público use melhor os seus recursos que é de todos, a gente quer qualidade, é um viés importantíssimo da licitação, qualidade. Não é só remunerar por passageiro transportado, tem que definir, critério de qualidade serão expostos. E aí nós queremos ouvir o usuário. Então, com equipamentos dentro dos ônibus, nós vamos expor no edital, qualificados pra que as pessoas opinem dentro de, fazendo esse link dos dois slides, tecnologia de monitoramento e controle agregados a pesquisas, avaliações, isso a gente define, com isso definirá, o poder público definirá os custos de da pondedração. Baseadas nos custos e na operação, com a TI envolvida teremos, dentro dos custos, vale a pena um repasse nos quatro núcleos, o que forma o custo da operação transporte público? Salários, encargos sociais dos motoristas e cobradores, as pessoas que trabalham na área que formam o sistema, combustível, lubrificante, material de rodagem, a manutenção dos veículos, a qualidade da frota, isso custa pro empresário, mais ou menos isso vai pra conta que é tratada com o poder público, e a administração, fiscalização, depreciação dos investimentos e o lucro, tudo isso tem que estar numa fórmula, incluindo aí o lucro, porque o empresário também tem que ter a sua... isso está no item do cálculo, temos que tratar todos os itens do cálculo. Pra fazer uma ponderação, passageiros transportados, indicadores de segurança, disponibilidade dos ônibus nas linhas, a oferta pra população com tempo, qualidade, cumprimento das viagens, das metas de viagens. E a satisfação do usuário, teremos mecanismos específicos de pesquisa pra que se tenha uma apuração qualificada e se realmente é o usuário que está respondendo, pra que a gente também não tenha fraude nesse ponto, pra poder aí remunerar de uma maneira, dando um passo em direção ao bom uso, um passo a mais ao bom uso do recurso público, remunerando de maneira mais justa possível. Por fim, gente, compartilhando com todos aqui, os prazos que a administração pública está seguindo. Nós, como disse, fizemos um processo de transição após as eleições, nós tivemos períodos de transição de governos, transição bem conduzida e herdamos na Secretaria Municipal de Mobilidade e Transporte um processo inicial, processos internos de construção desse edital. A partir daí tomamos ciência desse texto, não publicamos, fizemos uma audiência pública grande, com mais de 60 pessoas no Instituto de Engenharia, com ampla divulgação em jornal de grande circulação, em Diário Oficial do Município. E lá tivemos 77 formulários com mais de uma pergunta por formulário, mais de uma sugestão ou pergunta por formulário. Foi uma grande audiência pública transmitida pela internet, com participação remota também, não só no local. Essa audiência pública nos trouxe muitos elementos que já estão sendo discutidos por este grupo de trabalho. Após essas audiências públicas que vamos realizar hoje, terça e quarta nas prefeituras regionais, são 11, 12, salvo engano, é isso Eliseu, por dia? 12, pra compor todas as 33 prefeituras regionais, 32 ou 33, me falou agora... Sirlene, se você puder... 7 hoje, amanhã 13, e depois 12, espalhadas pelo município de São Paulo nas prefeituras regionais, captar o máximo possível de elementos, sugestões, pra depois fecharmos o trabalho desse grupo de trabalho, e publicarmos o edital à consulta pública, que também não será o texto final, será o texto colocado, fruto das discussões dos técnicos e das audiências. A consulta pública pra novo acesso a população, especialistas, empresas do ramo, todo mundo vai ter acesso ao texto base que nós vamos colocar em consulta pública.

Sônia: Nós teremos uma nova audiência pública?

João Manoel Barros - SMT: Em seguida, vamos seguir os trâmites, ainda estamos definindo isso, Sônia, se teremos nova, mas vamos explicar, se seguiu ou não o fruto das audiências públicas após o tempo de consulta pública que o texto vai ficar disponível, pra em seguida alcançarmos até o final do mês de julho, a publicação do edital. E aí a expectativa... A minuta do edital. Pra que a expectativa após julho a gente tenha o texto final, correto Marcelo? Minuta até julho, consulta pública, texto, a minuta após consulta pública e depois publica o edital final, depois de julho. Então, fazendo essa correção, graças aqui ao apoio do Marcelo Machado. Mais alguns slides, esse é o último, não é Marcelo? Então, são cinco pras 7h00, dez pra 7h00. Posso até depois passar a palavra pro Marcelo, a gente vai conduzindo junto a nossa reunião, abrir a possibilidade de participação de todos. Se quiserem também, as perguntas podem ser por escrito, a Sirlene está aí pra registrar por escrito, quem quiser fique à vontade pra fazer. E também manifestações através do microfone, verbalmente, sem microfone ou com microfone, fiquem à vontade, a gente faz uma indicativa de que seja até três minutos, pra gente poder ter maior participação possível. Mais uma vez, imensamente, em nome da prefeitura municipal de São Paulo, do prefeito João Dória e do secretário municipal de Mobilidade e Transporte, Sérgio Avelleda, em nome de toda a equipe da SPTrans aqui representada pelo Celso, pelo Adriano, pelo amigo Marcelo Machado, e na pessoa minha e do Eliseu, em nome do gabinete, agradecer imensamente a vocês que se deslocaram dos seus trabalhos, de suas casas pra vim aqui sugerir, criticar, avaliar, observar, contribuir. Nós estamos realmente abertos a todo tipo de manifestação e vamos recebê-las muito bem. Inclusive as críticas. Pra que a gente possa ter um material excelente nessa área delicada, importante pra mobilidade, pro cidadão de São Paulo que é a mobilidade, que é o transporte público coletivo. São Paulo, última mensagem,

tem uma grande oportunidade de renovando essa licitação,

que ela já tem mais de 10 anos a última licitação realizada

oportunidade de impactar os próximos anos, as próximas décadas da vida dos seus cidadãos, dos que aqui trabalham, no sentido positivo, se tivermos sucesso nesse edital, isso depende muito da participação de todos que estamos aqui. Mais uma vez agradecendo a participação e as contribuições. Então, está aberta a palavra, está aberto a inscrição, por escrito se alguém fizer pergunta até, Marcelo, às 7h30? Pra gente seguir o padrão que está acontecendo, vão acontecer em todas as 32

manifestações, que as inscrições pra manifestações verbais e as perguntas por escrito sejam feitas até às 7h30, pra que gente possa até as 8h00, junto com as perguntas, irmos esclarecendo o que for possível, sendo que muita coisa, adianto, não poderá ser colocada, ser exposta porque são questões estratégicas que a gente... deverá constar no edital. O que a gente puder

paciência, por me ouvirem.

(Colocação fora do microfone)

João Manoel Barros - SMT: Caros, continuamos aqui nossos trabalhos. Recebemos algumas perguntas já. Gostaria de passar a palavra, primeiro, pra Paula Pinheiro. Você é a Paula? Paula, por favor, depois a Márcia Gregório, e depois... Cadê a Márcia?

Sônia Loureiro, por favor. Mais uma vez, obrigado Paula.

Paula Pinheiro: Boa noite a todos. Obrigada pela oportunidade. Eu como moradora, como comerciante da região, eu queria trazer não uma reclamação, mas uma sugestão, e muitos clientes nossos, e até funcionários da onde eu trabalho falam, que tem locais extremamente próximos aqui do Jardim Bonfiglioli, que é próximo ao grande centro, né, que acaba... Desculpa, tá melhor? Desculpa. E uma sugestão é que assim, tem vários locais e bairros próximos igual ao João XXIII, a própria Eliseu, não tem nenhum transporte que vá diretamente pra praça, que acaba sendo um grande centro, um polo comercial. Então muitos deles têm que ir a pé aqui da parte dos bombeiros até lá em cima, e é uma boa caminhada até lá, uma subida. Seria uma sugestão, acho que ajudaria a população, né, os trabalhadores também que muitos moram ali no João XXIII e se deslocam ali pro centro, né, que tem grande centro comercial. Então, seria uma sugestão aí que pode ajudar.

Marcelo Machado - SPTrans: A praça qual que é?

Paula Pinheiro: Praça Isai Leiner, mais conhecida como a Praça do Bonfiglioli, né.

Marcelo Machado - SPTrans: Muito obrigado, está anotado.

Paula Pinheiro: Obrigada.

Márcia Gregório: Obrigada. Olá, boa noite, tudo bom? Eu tenho várias colocações a fazer aqui. Eu fui conselheira participativa há três anos atrás, a primeira gestão do Conselho que nós tivemos, e lá nós discutíamos muito esta questão dos transportes coletivos e da mobilidade em geral. Então, eu tenho uma pergunta e algumas colocações, ou melhor, duas perguntas e algumas colocações. Primeira pergunta: na licitação do ex-prefeito Fernando Haddad existia um objeto... fazia parte da licitação, como objeto da licitação, o centro de controle operacional. Eu queria saber se nesse, nessa licitação o centro de controle operacional vai ser objeto dessa licitação também ou se ele será objeto de uma licitação independente, separada? Nós queremos que seja separada porque uma coisa não tem a ver com a outra, então essa era uma questão que a gente já tinha colocado anteriormente. A segunda coisa é: o prazo da licitação costuma ser o tempo de amortização e de depreciação da frota, né, do material rodante, dos ônibus, basicamente, micro-ônibus, ônibus, vans etc. Então, a gente queria colocar aqui, o prazo da licitação deveria ser um pouco menor do que 10 anos, 7 anos é o tempo de depreciação e de amortização do investimento feito na frota. Então, a gente gostaria de pleitear que essa duração fosse diminuída. Em terceiro lugar, sobre aquelas zonas que vocês redesenharam, né, que não coincidem exatamente com as subprefeituras ou com as prefeituras regionais, não ficou muito claro pra nós, porque é um mapa geral da cidade, mas na sua fala você falou que a prioridade seria nas regiões centrais. A gente quer que a prioridade seja na periferia e não nas regiões centrais. E que as periferias consigam se articular com a região central da cidade, e entre elas, né, evitar essa eterna passagem pelo centro da cidade que estrangula tudo no centro. Uma outra coisa que não ficou clara pra nós, e a gente tava discutindo ali porque também ninguém entendeu, tem um slide com três critérios, ou... deixa eu ver, três grupos. Isso não ficou claro pra nós que grupos são esses, assim... Não, não era isso, era um outro, deixa eu ver aqui, talvez não sejam esses grupos, eram outros três... Ah, então, tá, tudo bem. Mas não ficou claro como é que eles vão funcionar dentro desses 21 setores, isso que a gente gostaria que vocês, então, discorressem um pouco mais a esse respeito. Aí agora eu vou falar especificamente do Butantã, duas questões primordiais pro Butantã. Uma delas, ela já falou, sobre um caso específico, eu vou falar em geral sobre o Butantã. Butantã, as linhas transversais não existem aqui no Butantã. O que são linhas transversais? São linhas que ligam as regiões dentro da grande região do Butantã, que cruzem Corifeu, Raposo Tavares, Francisco Morato. Por quê? Porque a região tem uma organização radial que vai pro centro, que é a centralidade do Butantã, onde tá um caos, vem ficando um caos desde que o Metrô Butantã foi pra lá e que várias linhas de ônibus intermunicipais foram deslocadas pra lá, tá um caos. Então, a gente precisa resolver o caos da centralidade do Butantã e redesenhar as linhas, e a gente espera que o fato de que vocês pretendem renumerar as empresas por custo operacional e não mais por passageiro transportado, que isso possibilite que sejam redesenhadas as linhas, que vocês consigam redesenhar as linhas especificamente pra cada região. Porque cada região tem uma particularidade. E no caso do Butantã nós temos essa particularidade de não conseguir interligar as coisas aqui dentro. Então, quando você quer ir de um lugar pro outro você tem que ir até o Shopping Eldorado pra voltar. Vou acabar. E a outra coisa que eu acho fundamental aqui no Butantã é a faixa da Raposo. Nós já discutimos isso, só que é uma questão com o governo do estado, e já que o partido do prefeito é o mesmo do governador, eu acho que a interlocução talvez fique mais fácil. A Raposo Tavares é um nó também. E se ela for municipalizada e transformada em uma avenida isso vai facilitar, ainda mais vai facilitar pra vocês instalarem lá uma faixa exclusiva de ônibus pras pessoas da periferia conseguirem chegar no centro da cidade. Obrigada.

João Manoel Barros - SMT: Obrigado Márcia. Por favor, a Sônia Loureiro. Tivemos depois da Sônia, também a inscrição do Hélio Camargo e do Paulo Petronilho. Depois passa a palavra pra ambos, e aí a gente junta as cinco manifestações e faz uma resposta conjunta, manifestação da mesa conjunta pros cinco colegas que participaram, se manifestaram.

Sônia Loureiro: Bom, boa noite a todos, eu sou a Sônia, sou funcionária da Câmara, trabalho com a vereadora Adriana Ramalho. E sou moradora aqui do Butantã também. E a minha sugestão, como elas estão falando, né, como é a sugestão mesmo, é de tá colocando linhas que ligue alguns pontos. Por exemplo, do Rio Pequeno até a Francisco Morato, a Cohab Raposo até a Francisco Morato, que hoje nós não temos. Como ela disse, a gente precisa pegar um ônibus, ir até o Shopping Eldorado pra voltar na Francisco Morato. Então a minha questão realmente é essa mesmo, a minha sugestão à equipe aqui da Secretaria é essa, são essas linhas que liguem os pontos que hoje realmente é muito difícil. A gente tem aqui próximo, por exemplo, a Casa de Cultura, que ela é pouco aproveitada pelos nossos moradores do bairro, né. Vem pessoas do Campo Limpo na nossa Casa de Cultura, mas as pessoas do bairro aqui, do Jardim Bonfiglioli lá em cima, do Rio Pequeno, eles não têm

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terça-feira, 29 de agosto de 2017 às 03:16:13.