Diário Oficial do Município de São Paulo 29/08/2017 | DOMSP-SP

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acesso à Casa de Cultura pela questão do transporte público. Só quem tem carro mesmo é que consegue se deslocar até a esse nosso ponto. Também temos a Chácara do Jockey ali que nós não conseguimos. Então, é como uma sugestão mesmo nessa readequação das linhas, criar linhas específicas pra atender essa demanda. Obrigada a todos.

Hélio.

Hélio Camargo: Eu tenho aqui uma série de sugestões. Eu audiências previstas ali, elas serão feitas depois da publicação pra população intervir nela? É essa dúvida que ficou. A outra questão dos prazos da licitação, né, que a Márcia abordou, que pra nós é muito longo, ou seja, ele deveria estar amarrado a amortização do principal, que são os ônibus, né. Então, isso não deveria passar de dez anos. Agora, um receio é de que as licitações feitas, geral, na cidade certamente vai ocorrer problema, né. Não achamos que ninguém vai ser super-homem de acertar. Então, mesmo porque o histórico da SPTrans é de dois anos e pouco ter uma alteração na forma de remuneração, mudanças, alterações etc. Então, dado essas condições, eu gostaria que fizesse uma região só pra ganhar experiência, ver os problemas que possam ocorrer, pra depois aprimorar e fazer no restante da cidade. Tá?

João Manoel Barros - SMT: Por favor, o Paulo Petronilho. Paulo, por favor. Obrigado Hélio pela contribuição, mais uma vez obrigado a Sônia, a Márcia e a Paula. Por favor, Paulo.

Paulo Petronilho: Boa noite a todas e todos. A nossa preocupação também é em relação ao corredor de ônibus, né, da Raposo Tavares, que é impossível quem mora na periferia da periferia do Butantã conseguir chegar na região mais centralizada, digo até do Butantã, e não pro centro da cidade. Por quê? Porque o metrô foi construído de uma forma que eu imagino que seja equivocada, né, de não ter uma estação aqui na Vila Sônia e sim lá na Vital Brasil. Então, quer dizer, o trem roda aí quatro, quatro quilômetros e meio vazio, poderia fazer uma relação direta do transporte público rodoviário com o metrô, e assim diminuiria o gargalo ali na passagem da ponte de Pinheiros. Então, quer dizer, de fundamental importância, né, que as duas, a cidade e o estado trabalhasse com essa visão aí de melhorar essa possibilidade de se chegar ao centro por... pelo metrô. E outra questão que é fundamental, que já foi colocado aqui, foi discutido exaustivamente com a comunidade, é essa questão do corredor de ônibus na Raposo Tavares. A Raposo Tavares, pra quem mora no Butantã, deixou de ser uma rodovia há pelo menos uma década, né, e nada foi feito pra amenizar essa situação. Então, quer dizer, quem vem de Vargem Grande ou depois de Vargem Grande e pega todo esse trajeto, certamente diminuiria em mais de um terço do tempo pra quem tivesse utilizando o transporte público. Automaticamente as pessoas começariam utilizar o transporte público e diminuiria o trânsito na Raposo Tavares, lá precisa de investimento, tudo, mas eu acho que é assim, é uma vontade política que precisa ter pra fazer essa transformação aqui na nossa região, né. E sem contar a transversalidade aí dos bairros, tudo, como já foi colocado aqui, só pra frisar essa questão. Eu lembro que em 2004 tinha um projeto pra que as pessoas não andassem mais de 300 metros pra pegar uma condução, pra favorecer o tempo e a viabilidade de ir trabalhar e voltar, principalmente do trabalho. Não sei se isso daí foi colocado adiante. Mas seria importante isso daí, essa integração do transporte público na cidade de São Paulo, em especial a gente aqui do Butantã, né. Então seria essas questões aí que eu queria colocar e frisar. Mas assim, a minha preocupação também é em relação ao custo desse transporte público para o usuário, né. Perdemos o Bilhete Único, o mensal, então acho que a gente tem que questionar isso daí. Isso daí pesa e muito no bolso do trabalhador. E não aumentar a passagem de ônibus para o bilhete unitário, isso daí é uma... tá mascarado isso, sabe, porque, eu não sei dizer os números, mas assim, o Bilhete Único mensal é importantíssimo pro trabalhador, não aquele trabalhador que tem já o seu bilhete do trabalhador, tudo, mas pra quem é autônomo, pra aquelas pessoas que vem pra cidade de São Paulo, que vem trabalhar um mês aqui. E principalmente ampliar essa questão do Bilhete Único, que ele poderia ser até semanal para os turistas que vem pra cidade de São Paulo, isso daí é possível avaliar essa questão. Mas é fundamental pra que amplie o Bilhete Único pra outras formas de pagamento para o transporte público, pra facilitar a vida do usuário. Seria essas questões aí que eu gostaria de colocar.

João Manoel Barros - SMT: Muito obrigado, Paulo, pela sua participação. Nós estamos aqui então com as cinco participações e cinco formulários de perguntas. Minha sugestão seria: estaríamos encaminhando para o fim das inscrições pra gente não perder tempo também de término, de uso do espaço da prefeitura. Mas a gente responderia, a mesa faria aí algumas observações sobre as já anotadas. E depois também sobre as por escrito. Mas se alguém quiser já se manifestar também um pouco antes das 7:30 a palavra está aberta, não tem problema de cinco irmos pra sete colegas se manifestando antes das manifestações da mesa. A senhora quer se manifestar? Seu nome, por favor. Viviana, muito obrigado pela sua participação, fica à vontade. O indicativo é só de, o indicativo é de até 3 minutos, pra gente poder contemplar todos. Muito obrigado, Viviana.

Viviana Borsi: Eu queria também propor que, o nosso bairro ele fica no limite de município com outros municípios, né, Taboão da Serra, Cotia, Osasco, Barueri etc. Então e aí vem os ônibus metropolitanos, inclusive vem pelos corredores e tudo, né, das avenidas, muitas vezes vão até Pinheiros ou vão até o metrô. E quando eles vão chegando pra cá, eles chegam vazios porque ninguém pega, porque eles são mais caros, não tem integração do Bilhete Único, né. Então, eu queria pensar em alguma maneira de aproveitar esses ônibus, ou ter integração de Bilhete Único, o metropolitano com o SPTrans, no caso esses... O EMTU, desculpe, esses que vem desses municípios vizinhos, Cotia e tal, vem pela Raposo, pela Francisco Morato ou aqui pela Corifeu-Vital Brasil. E pensar em alguma maneira de integração pra utilizar porque eles estão usando os nossos corredores, as nossas avenidas e ninguém pega porque... Não tem porquê, né. E poderia pegar, se eu tô parada ali na Corifeu, eu quero ir pro metrô por que eu não pego esse ônibus que vem de Osasco? Porque eu não posso, eu poderia, mas enfim... Porque ele é mais caro, ninguém pega, e fica aí vazio e as pessoas poderiam tá utilizando. Então, pensar em alguma maneira de articular. Em relação a essas linhas que o pessoal falou, essas linhas inter-bairros, a gente tinha desenhado até linha circulares. Porque o problema é que nós não temos avenidas, só temos ruas estreitas e curvas, então teria que ser micro-ônibus ou vans circulares pra fazer esses inter... né, pra fazer esses interbairros, né. Nós só temos avenidas radiais, não temos transversais.

Oradora não identificada: Inclusive a gente protocolou...

Viviana Borsi: A gente já até protocolou várias sugestões de linhas circulares transversais que vão, por exemplo, até o HU, passando pelo Bonfiglioli, passando pela Casa de Cultura, pelos equipamentos de comércio, de saúde e de educação.

Orador não identificado: (colocação fora do microfone)

Viviana Borsi: Oi? A gente testou pra saber se tinha lugar pra parar, se as vias eram suficientes, falamos com várias pessoas sobre isso, né. Então, é isso. Ainda em relação a Raposo, talvez a faixa, mesmo que reversível no começo, ela é mais econômica, podia fazer uma coisa experimental, depois ver se vale a pena o corredor. Eu não sei. Bom, era isso.

João Manoel Barros - SMT: Obrigada, Viviana. Por fim, passar a palavra pra Maria Cordeliza dos Santos, talvez a última manifestação dos nossos colegas. Fica à vontade, Maria. Maria, por favor. Obrigado aqui pela gentileza. Por favor.

Maria Cordeliza Santos: Boa noite a todos, obrigada. Meu nome é Cordeliza, eu conselheira participativa, Maria Cordeliza

dos Santos, com Z. Na realidade eu tenho só uma pergunta, e a segunda seria uma observação. Quando eu li o edital anterior não ficou também muito claro se você vai... se a gente vai ter um consórcio de empresas ou vai ter a participação de cooperativas. Gostaria que isso ficasse bem definido porque existiam muitas cooperativas naquela época querendo participar e o tivas, inclusive, elas podem propiciar um conforto mais dessas linhas transversais, né, que eles trabalham com micro-ônibus, cidade de Santos e observei que lá tem um trem de superfície. Ele tem de três a quatro vagões, não é. Exatamente. Então, eu acho que seria uma boa alternativa, talvez na Raposo Tavares, talvez na Avenida Politécnica, vindo da Raposo pra USP, criando um terminal ali no Villa Lobos ou criando um terminal pra cá, seria uma opção, porque ele funciona muito bem lá em Santos. Então, aqui acho que seria uma boa ideia. Obrigada.

João Manoel Barros - SMT: Vamos então pras manifestações da mesa. Tem muito papel aqui, fio, mas a gente dá um jeito. Se vocês não se importarem, a gente faz a leitura das manifestações por escrito e aí responde num bate bola geral. Então eu vou ler, agradecendo a participação mais uma vez de todos. O Pedro Fernando Santana manifesta dizendo: A pista de rolagem da Avenida Escola Politécnica receberá passagem de linha de ônibus regular no novo projeto? Ele pergunta. E dois: quando teremos a nova licitação efetivada? O Guilherme, cadê o Guilherme? Guilherme Augusto Araújo pergunta: a rede será distribuída, discutida antes da publicação da minuta? Como será feita a discussão, por área, a classificação e discussão, por área ou por prefeitura regional? Está certo, Guilherme, a pergunta sua. A Sueli Santana, cadê a Sueli? Sueli, por favor. Sueli Serrara, desculpe. Sueli Serrara: há locais em São Paulo que não recebem transporte de metrô, correto, e ônibus próximos. Para esses locais mais distantes e que não tem ciclovias será possível ter transporte de bicicletas dentro dos ônibus, ou rack, como a gente conhece, ou no rack ou dentro? O horário pode ser restrito pra poucos usuários nos ônibus? Ou como será a divisão do horário? Mais ou menos isso sua pergunta.

Sueli Serrara: Não, a parte do ônibus que não recebe muita gente que usa o ônibus, se você anda de bicicleta em lugares que é muito longe, a bicicleta quebra, (incompreensível), se puder entrar no ônibus e ir. Porque de metrô você pode vim, mas de metrô acaba ali, né, você não consegue ir.

João Manoel Barros - SMT: Ok, obrigado Sueli pela explanação. A Érica Campana Sato coloca: gostaria de confirmar, na verdade pedir que o edital seja com linguagem simples pra facilitar o acesso e a compreensão de todos e que as audiências regionais não tenham datas sobrepostas para maior participação. E o Jandir Franco de Souza, por fim, coloca: na nova licitação qual a previsão pra novos corredores exclusivos para os ônibus? Fiz questão de fazer a leitura pra ficar tudo registrado, porque nós estamos gravando, estamos tendo histórico, e o áudio é muito importante. Vamos fazer um bate bola aqui na mesa, Marcelo, Adriano, se vocês quiserem complementar algumas observações que eu vou fazer fiquem à vontade. Mas a gente vai então começar aqui pela Paula. A Paula, comerciante do Jardim Bonfiglioli. A Paula fez as contribuições em relação às questões locais, a praça, a Avenida João XXIII. Quero agradecer, Paula, e dizer que serão contempladas no nosso grupo de trabalho. É muito importante essas questões locais, e sugestões de locais. Aliás, pra mim está sendo, está ficando muito claro que essas audiências regionalizadas são importantes pra gente sentir a questão local, as peculiaridades de cada região da cidade, que é muito diferente em princípio. Isso é bom, isso também traz desafios maiores. Então, as questões locais, alguns outros colegas se manifestaram pra centralidades, eu vou falar daqui a pouco o que a Márcia observou, esses assuntos têm ligação na nossa avaliação. Aí entrando um pouco no da Márcia, que foi conselheira participativa e coloca do centro operacional, o CO, a operação. Quer falar um pouco disso, Marcelo? Sobre o centro operacional, se estará ou não contemplado dentro da licitação, uma discussão muito importante e estratégica pra gente. A gente está tendo, posso até te adiantar Márcia, discussões grandes e internas sobre a viabilidade, oportunidade e estratégia, se deve ou não entrar o CO. Não posso te adiantar, mas eu já captei a sua opinião, foi bem clara, está registrada, de que estrategicamente , o grupo que você representa ou você como conselheira avaliam que não é aconselhável que o CO esteja junto com o operador, aquele que vai fazer o transporte, o empresário. Então é uma questão que estamos enfrentando, sim, com muita firmeza internamente na administração. E que o prazo costuma ser uma... dentro da amortização da frota ter referência entre prazo de concessão, de contrato com o empresário, com... tem um Decreto que trata disso, Marcelo. Por favor.

Marcelo Machado - SPTrans: O prazo, na realidade, nós vamos obedecer o Decreto que estará vigente. Hoje, na realidade, ele fala em 20 anos, na realidade a gente não sabe ainda como que vai se portar a questão do prazo do Decreto. Então, na realidade nós vamos esperar até ajustar isso direito para nós Você está pedindo com uma sugestão de 7 anos, então isso nós podemos até levar como sugestão, mas na realidade nós vamos obedecer o prazo, o Decreto vigente na época.

Márcia Gregório: Mas, é possível fazer um novo decreto?

Marcelo Machado - SPTrans: Isso nós estamos claro.

João Manoel Barros - SMT: O Eliseu, nosso assessor institucional da Secretaria de Mobilidade e Transporte tem feito uma boa relação, um diálogo institucional com a Câmara Municipal, quer complementar. Por favor Eliseu.

Eliseu Soares - SMT: Só pra complementar. Boa noite a todos e a todas. Na verdade, o seguinte, essa matéria tem sido debatida na Câmara Municipal de Criadores, a matéria da Câmara Municipal. Então, eu sugiro pra que vocês possam, inclusive, participar da Câmara, tem dois projetos em andamento sendo discutido lá na Câmara Municipal de Vereadores. E aí vocês podem, são eles é que vão nortear a perspectiva do tempo da atividade da licitação, do processo licitatório pelos órgãos.

João Manoel Barros - SMT: Márcia, mas essa é uma questão muito cara, muito importante pra administração. A gente sabe que a qualidade do ônibus impacta muito na vida do usuário, da frota, a tecnologia, o combustível. Então, isso tem ligação com a ideia, com o princípio, a diretriz de se remunerar de acordo com aqueles critérios que nós vamos expor no edital que vai à consulta pública. Mas se a gente tiver critérios que selecionem, apontem, a gente pode ter uma variável de tempo vinculado a isso no contrato. Mas esse tema estará tratado especificamente com detalhes no edital que vai à consulta pública a toda a sociedade civil, ter acesso. E mais uma vez, é um tema importante e caro, eu reforço que é um tema importante e caro pra administração. A distribuição, os três grupos. Os três grupos de distribuição, se a gente fosse ter uma escala, se pudesse tentar explicar, a questão da distribuição, atendimento no bairro, as questões locais, é um pouco do que a gente discutiu aqui, a característica do bairro, as ruas sinuosas dos bairros city, como Butantã e os bairros com as ruas estreitas. Esse atendimento local, essa distribuição ao atendimento nos bairros tem uma característica. Diferente daquela etapa dois, articulação regional entre bairros, não aquele que vai estruturar o que é majoritário pros cinco. E o terceiro é estrutural, que aí é os corredores, as linhas de maior volume, acesso rápido, a gente quer priorizar a qualidade. Então, na minha avaliação, até um pouco como arquiteto e urbanista, seria uma separação, na minha visualização. Mas o Marcelo, mais técnico do que eu, tem a capacidade de complementar a resposta. Por favor.

Marcelo Machado - SPTrans: E até pra dizer, você perguntou, falou da questão dos bairros. A SPTrans, o que eu posso dizer é que nesse estudo na nova licitação, no desenho da rede está muito preocupado com isso, com as partes periféricas dos bairros. Na realidade, nós vamos até fazer uma oferta maior de

lugares. Isso vai estar desenhado na rede, e vocês, quando tiver a consulta, vocês vão confirmar isso. Está ok?

João Manoel Barros - SMT: Na sequência, a questão da faixa da Raposo, a questão da municipalização ou não da Rodovia Raposo Tavares, tem um diálogo institucional, uma decisão política, administrativa, que não envolve só a prefeitura de

esses assuntos são tratados sim, estão na nossa pauta. A gente tem um consórcio municipal formado pelos municípios da re-

um fórum em discussão, debate com os colegas secretários municipais de todas os 39 municípios da região metropolitana, temos nos reunido, já tivemos isso duas vezes em seis meses de administração com os colegas da região metropolitana, secretários. Então, é uma questão que envolve um pouco além, até mais do que a licitação, um diálogo institucional, até paralela a licitação, vamos dizer assim, é um assunto que tem relação com o transporte público coletivo, mas também demanda uma discussão institucional com o governo do estado, ARTESP, a Secretaria de Logística e Transporte do Governo do Estado. Mas é uma questão que está registrada, Márcia, alguém mais citou, salvo engano o Paulo Petronilho, a Sônia também, a Sônia Loureiro, inclusive a vereadora pode tratar disso lá, Sônia, o Legislativo envolvendo, a Assembleia Legislativa, é um assunto que envolve outras instituições que não só a prefeitura municipal. E o Paulo também, e a Viviana também tocou nesse assunto, não é Viviana? Então aí já passando por todos esses colegas que citaram o assunto. A Sônia Loureiro citou a questão local, as linhas transversais, envolve aqui no eixo de distribuição do atendimento interno dos bairros. Fazendo uns parênteses, que antes tomando um cafezinho com o prefeito Paulo lá na sala dele, ele tocou, reforçou esse assunto. Não sei se ele já conversou com vocês, rapidamente já pegou essa questão, já dialogou com a sociedade do Butantã e os distritos que fazem parte da prefeitura regional do Butantã. Ele me colocou isso fortemente lá na reunião internamente. Eu já vim pra cá com isso anotado até, inclusive, que é muito importante atendimento local e as características urbanísticas dos loteamentos, dos bairros que formam a prefeitura regional. Muito obrigado pela sua contribuição, por todos que passaram nesse assunto. O Hélio, senhor Hélio, colocou a questão das audiências após a consulta pública, respeitando a lei, respeitando a Lei de Licitações, nós vamos a consulta pública com o texto do edital, pré-texto submetido a consulta pública, e estamos avaliando, sim, a possibilidade ou não de fazermos novas audiências públicas após a publicação do texto ir à consulta pública, a divulgação do texto. Hélio, o Marcelo está me lembrando aqui, suas anotações, aliás, uma letra bem caprichada, estão registradas, nós escaneamos e já fica documentado digitalmente, serão levadas por e-mail depois ao grupo de trabalho da licitação. Muito obrigado por estas contribuições. Estão todas aqui bem anotadas. Aliás, muito obrigado mais uma vez por todas as contribuições que vamos guardar e levar ao grupo da licitação, que já está aguardando os formulários, inclusive, tem guardado todos os formulários. No Instituto de Engenharia, como eu disse, na audiência pública foram 77 formulários, cada um com, fazer uma média duas observações, perguntas, por formulário, em média. E o Paulo coloca a preocupação em relação ao corredor de ônibus, a ligação com o metrô. Aí volta naquela questão institucional do governo do estado, trabalhar em conjunto pra se chegar a consensos, a boas decisões de mobilidade e transporte. As transversalidades, o Bilhete Único mensal, que não é pauta dessa licitação, é fruto de um diálogo com o governo do estado, mas vou passar a palavra pro Marcelo, o Marcelo também, inclusive, vem do Metrô, CPTM-Metrô, trabalhou nas duas empresas, na Secretaria de Transportes Metropolitano do Governo do Estado, está colaborando com a nossa equipe, na nossa equipe uma grande colaboração desde o início da gestão. Por favor, Marcelo.

Marcelo Machado - SPTrans: Na realidade, o Bilhete Único não vai ser fruto desta licitação, ela é uma outra licitação. Mas de qualquer jeito levaremos as sugestões e vamos conversar com as áreas envolvidas e, quem sabe, dar uma resposta.

Paulo Petronilho: O Bilhete Único que eu digo, de uma forma geral, é até por conta do repasse do aumento do transporte para o usuário, né. Então, acho que isso daí tem que tá muito bem alinhado em relação à perda que o usuário pode ter em qualquer momento que possa se aumentar o valor da passagem, tanto do ônibus quanto metrô. A gente generaliza em relação ao Bilhete Único. Por isso que eu quis colocar, fazer essa colocação em relação ao transporte público.

Marcelo Machado - SPTrans: Ok. Paulo, obrigado, viu.

João Manoel Barros - SMT: A Viviana também tocou nesse assunto, algo relacionado à tarifa, metrô, salvo engano, EMTU, Raposo.

Viviana Borsi: Uma articulação EMTU...

João Manoel Barros - SMT: Por isso que eu lembrei de você, por causa da EMTU. A EMTU e CPTM e Metrô formam as três empresas vinculadas a Secretaria de Transporte Metropolitano, conduzida hoje pelo secretário Clodoaldo Pelissioni. Então, estamos tendo uma conversa constante, essas sugestões recebidas na audiência serão levadas também aos nossos diálogos com o governo do estado, Viviana, muito obrigada. E a Cordeliza falou das cooperativas dos consórcios, como isso será tratado na licitação. Hoje a gente tem um sistema estrutural, sistema local, e o local é formado pelas antigas cooperativas, antigos, individuais que trabalhavam na década de 90. E aí foram cooperados.

Maria Cordeliza dos Santos: Justamente a minha preocupação é essa, não tornar um ciclo vicioso, porque se você não fizer uma abertura mais ampla pra que outras empresas possam participar, ficam sempre as mesmas. E aí a qualidade do serviço continua do mesmo jeito, mascara. Por quê? Tem ônibus ótimos que vão para o centro, mas a periferia continua com ônibus que não tem condições.

João Manoel Barros - SMT: Ok. Nós temos uma atenção especial, o secretário pediu pra divulgar que temos atenção especial com essa questão da ampla competição na licitação, abrindo pra que tenhamos várias propostas. Então a ampla divulgação, a ampla competição é requisito da licitação.

Orador não identificado: João, se você me permite, aí nas próprias lâminas de apresentação, você falou que faz parte das diretrizes também da licitação a qualidade do sistema de transporte, que talvez... você falou, falou, e aí dialoga com a preocupação da senhora ali. Por exemplo, que ônibus que serão esses, tal? Eu acho que fosse o caso... por gentileza.

João Manoel Barros - SMT: A qualidade, não é?

Orador não identificado: É, exatamente. Está aí nas lâminas. O que é isso?

João Manoel Barros - SMT: Não sei se você estava, Corde-liza, mas na apresentação, não tem problema nenhum, falamos de novo, isso é um ponto importantíssimo, muito bem lembrado por você. Pra gente chegar na ponderação, pra gente chegar na remuneração aos contratados, a gente quer comparar, analisar os custos e as ponderações. Os salários, os encargos dos motoristas e cobradores, o combustível, os lubrificantes, o custeio da frota, da rodagem, a manutenção desses veículos, a administração, fiscalização, a depreciação desse patrimônio e o lucro compõem a fórmula que nos dá o dado de custo do sistema do transporte público. A partir daí, numa comparação, em formas que o edital vai contemplar, analisando passageiros transportados, não tem como ignorar, quantidade, indicadores de segurança e satisfação dos usuários, desempenho dessas empresas, acidentes, a gente vai ter os gráficos, os controles. Disponibilidade dos usos dos ônibus nas linhas, a frequência que os contratados disponibilizam os veículos, o cumprimento das viagens dentro das velocidades estabelecidas, as condições adequadas de trânsito, Código Nacional de Trânsito, Código de Trânsito Brasileiro sendo respeitado. E a satisfação ao usuário que será medida, como o Eliseu bem destacou, vale a pena

reforçar, com institutos de pesquisas, auditorias qualificados e isentos, a gente chega na remuneração. Então, a nova fórmula, que a gente entende rebuscado, e, portanto, é difícil, não é fácil, mas que seria o mais justo. O justo é difícil, a gente tem que chegar no justo. Então (incompreensível) algum critério, ter vários critérios é mais complicado, mas a gente vai em frente

tar bem. Então, comparando os custos, a ponderação com todas essas variáveis e outras que vierem a surgir, com as inúmeras

segunda, terça e quarta-feira. E após a publicação da minuta do edital também. Por favor...

Werner: Essa fórmula já existe ou tá sendo...

João Manoel Barros - SMT: Está sendo trabalhada. O nome do senhor?

Werner: Werner.

João Manoel Barros - SMT: Werner. Ela está sendo trabalhada. Ela está sendo discutida pelos técnicos de carreira, pelo grupo de trabalho da licitação, que é formado por engenheiros, advogados, administradores, todos os técnicos da SPTrans e os técnicos da Diretoria. E também dialogando, como disse, com a Fazenda do município, porque a conta precisa fechar, o Planejamento, a Gestão.

Werner: Tem um prazo pra ficar pronta essa fórmula? Por exemplo, na próxima audiência já tem...

Orador não identificado: Tem na próxima consulta. Lá, quando estiver publicado a consulta, com certeza, já vai estar lá.

Maria Cordeliza dos Santos: Só uma coisa, nessa questão de qualidade, priorizam algumas coisas de acessibilidade em detrimento de outras. Não sei se você anda de ônibus na cidade. Às vezes a rampa pro deficiente nem vem, o coitado do cobrador desce e fica fazendo assim pra tentar descer a rampa. Em outros ônibus ele é muito largo aqui, tem um baita degrau, enorme assim, quer dizer, quem tá lá em cima não tem estabilidade, pode cair, se machucar. Por quê? Fizeram parte da acessibilidade pra cadeira de rodas, esqueceram que as pessoas que também estão de pé também precisam ter uma segurança. Tá, então também tem que ver a qualidade desse tipo de acessibilidade.

João Manoel Barros - SMT: Muito obrigado, Cordeliza, esse tema foi tocado muito fortemente, inclusive, no CMTT, a gente tem duas conselheiras aqui participativas, mas também temos conselheiros do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito, que é um Conselho que a gente continuou realizando as reuniões, agora passamos a fazer mensal e não bimestral, ampliamos as reuniões. Tivemos um CMTT só sobre acessibilidade, com a presença do secretário Cid Torquato, e tivemos na última reunião, isso foi na penúltima, na última também o debate sobre acessibilidade com colegas que estavam lá e trabalham com o assunto e também dialogam sobre a causa. E nós temos uma preocupação muito grande em melhorar a qualidade da acessibilidade nos ônibus, sabendo dessas dificuldades que na prática, , no dia a dia, se verifica nos ônibus em São Paulo. Então, agora rapidamente a gente tem aí, 8h00, 8 pras 8h00, estamos dentro do... temos uma margem um pouquinho de tolerância, a gente tem que entregar, combinou com a prefeitura até as 8h00, mas dá pra gente finalizar as por escrito aqui. Me ajudem a mesa aqui, vamos lá. A pista de rolagem da Avenida Escola Politécnica receberá passagem de linhas de ônibus regular no novo projeto?

Orador não identificado: Onde ela é mantida, hoje, sim. Será mantido o atendimento onde já (colocação fora do microfone).

Orador não identificado: Boa noite, pessoal. Essa é a pergunta do Pedro Fernando. Com relação à Escola Politécnica, o trecho onde hoje é atendido, ele será mantido. Ele não será desatendido. Haverá a manutenção dos serviços que é hoje prestado. Aonde tem linhas de transporte, ela será mantida. Ok? Haverá adequações, algumas alterações, mas não ficará sem o atendimento. Ok?

João Manoel Barros - SMT: Você é o Pedro? Por favor, Pedro.

Pedro Fernando: Nós temos acho que muito pouco, praticamente, um trecho na Avenida Politécnica que passa, que é praticamente um retorno que é feito. É só retorno, então ele não é pra busca de passageiros, né, pra ele ir até o ponto final dele. E eu também fui conselheiro participativo junto com alguns que estão aqui, e foi uma discussão nas duas gestões, inclusive na gestão atual do Conselho esse anseio. Porque a Escola Politécnica é importante nesse contexto, até tinha assim uma proposta de fazer a Politécnica um caminho de vinda e a Avenida Rio Pequeno mão única pra o destino centro. Então essa é uma questão que nós estamos ansiosos, né, pra poder saber se realmente vai existir isso ou não, porque hoje o que nós temos não pega passageiros.

João Manoel Barros - SMT: Pedro, obrigado então, a sugestão (incompreensível) ou algo assim, mas obrigado pela sugestão, está registrado aqui. A sua segunda manifestação foi sobre se teremos a nova licitação efetivada, quando ela de fato será efetivada? Dentro do bom senso, da necessidade de urgência que a licitação tem, haja vista que temos alguns contratos emergenciais, a gente tem alguns contratos renovados, o prazo já venceu da última licitação. Nós temos também que ponderar a urgência da sociedade civil e do usuário e da administração, combinado com transparência, democracia e ouvindo a população. Fazendo um mix dessas duas necessidades, a gente pretende, em um prazo razoável, e os prazos serão expostos com detalhamento no edital. O que a gente pode divulgar a previsão é até julho, que é colocar a minuta pra consulta. E depois dali a gente avalia a situação e reitera e reexpõe os novos prazos. O Guilherme Araújo. Guilherme: a rede será discutida antes da publicação da minuta?

Orador não identificado: Viu, Guilherme, não será, ela será colocada na publicação, a rede vai estar disponível quando da publicação do edital. É você, Guilherme? Está bom? Por área ou por prefeitura regional? Isso está dentro da rediscussão da rede. Isso também vai estar, quando estiver na consulta, ela vai estar publicada.

Guilherme Araújo: Estrutural, distribuição e...

Orador não identificado: Isso, isso. Lembrando que na questão dos bairros vai ser a prioridade da oferta de lugares, na redistribuição da rede, vai ser olhado muito bem isso de perto.

Guilherme Araújo: Se for possível, eu gostaria de discutir pessoalmente com a SPTrans a organização da rede lá na Raposo. Se for possível.

Orador não identificado: Por que não no coletivo, pra todo mundo?

Guilherme Araújo: Sim, acho interessante. Acho interessante, porque não sei se já foi mudado, mas a proposta anterior de ligação estrutural não está em concordância com as cidades da região.

Orador não identificado: Vai estar publicada a consulta e vai estar publicado, quando estiver publicado vocês vão ter acesso, e aí a gente pode, realmente, discutir.

Guilherme Araújo: Ótimo.

João Manoel Barros - SMT: Muito obrigado. Por favor, Márcia.

Márcia: Uma coisa só, um esclarecimento. Na licitação, na minuta do edital publicado vão estar desenhadas as novas linhas? Vocês pretendem redesenhar essas linhas já nessa etapa?

Orador não identificado: Sim, ele vai apresentar todo o redesenho de tudo, vai... estará contido lá.

Orador não identificado: Agora, só uma questão, por exemplo, a proposta que ele fez agora. Esse momento que nós estamos discutindo as diretrizes, as pessoas podem mandar pro site, inclusive, da SPTrans essas contribuições, não impede que essas contribuições já possam ser enviadas agora. Essa reunião,

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terça-feira, 29 de agosto de 2017 às 03:16:13.