Diário Oficial do Município de São Paulo 29/08/2017 | DOMSP-SP
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faço assim, com as duas mãos pros carros parar, é mão que desce, mão que sobe, e os cara para e as criança passa correndo. Então nós precisa de uma sinalização o mais depressa possível por conta das crianças, salvar a vida de muitas crianças. Graças
momentos que eu posso eu estou ali ajudando, porque precisa o mais depressa possível uma sinalização pra defender a vida das crianças, porque isso tá faltando agilização há muito tempo, viu? E eu espero que seja atendido o meu pedido, então o meu pedido é só da minha comunidade, não é sobre os motoristas,
resolver esse problema da perua, seja resolvido o mais depressa possível. Tá, gente?
Oradora não identificada: (colocação fora do microfone) que não estão na Comendador Santana e o posto de saúde, especialidades, (colocação fora do microfone) idosos....
Edir: Você tocou num assunto muito importante. Ali de frente o AMA do Capão Redondo, Especialidade, que nós temos há dois anos, não tem uma sinalização. O povo fica à mercê do perigo, aí os motoristas, muito educados, às vezes param, o povo vai. Precisa de mais sinalização ali entre o AMA e o posto de saúde, viu, gente? Então, isso aí está à mercê das autoridades. Tenha uma boa tarde.
Orador não identificado: Dona Edir, por favor, qual o endereço onde a senhora quer o ponto?
Edir: O ponto é na Rua Mercedes Tesser Pochini, número 24, viu? Fica ao lado direito quem vai, viu? Sobe o mercado... CEU Capão Redondo, quem vai... atrás do Mercado Ricoy, viu? Tá?
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Senhor Rodolfo.
Rodolfo: Boa noite a todos. Eu, desde que eu nasci eu moro nessa região, já, desde que eu nasci. E desde então eu venho acompanhando tudo que é de mudança no transporte coletivo da região, inclusive da cidade inteira. Porque não basta só ficar reclamando, é necessário que se tenha entendimento, ainda mais no momento crucial como esse em que está sendo apresentado proposta essa nova licitação para o sistema, a fim de que a cidade venha ter um transporte coletivo de primeiro mundo, com qualidade, com princípios e métodos de gestão, com tecnologia a favor de quem mais usa. Eu sou um usuário, que eu uso praticamente todo dia o sistema, principalmente daqui da área 7 pro centro e pra outras partes da cidade, e tenho observado tudo quanto é mudança, tudo quanto é novidade. E assim eu venho buscando entendimento. Espero que todos tenham esse entendimento também, porque não basta só reclamar, é necessário ter entendimento e participar. E agora eu tenho uma primeira pergunta. No dia 9 do mês passado, eu estava assistindo o SP TV Segunda Edição da TV Globo falando a seguinte matéria, sobre transporte: o TCM fez um levantamento apontando que há uns 500 ônibus com mais de 10 anos de uso em circulação. Depois de assistir essa matéria, eu me lembrei do seguinte, no ano de 2001, a prefeitura e a Secretaria Municipal de Transporte chegaram a propor uma cobrança diária de multa para cada ônibus nessa situação. E será que a prefeitura e a Secretaria estão estudando esta medida ou já está em vigor? A segunda pergunta: conforme mostrado, os tipos de veículos que vão ser usados a partir da nova licitação, dos novos contratos, das novas empresas, será que estarão incluindo os chamados veículos elétricos? Por quê? Eu sei que nos próximos dias vai acontecer a inauguração, lá em Campinas, da fábrica, da multinacional chinesa PYD de veículos elétricos. São aqueles que são movidos a bateria e já houve dois veículos desses sendo testados aqui na capital, pela empresa Gato Preto e Santa Brígida também testou esses dois veículos. Agora, eu tenho uma primeira sugestão. Na parte da licitação em que mostra que as empresas devem ter veículos de manutenção tipo SOS, apoio, eu sugiro o seguinte, que usem caminhões trucados com três eixos e eixo direcional na função guincho para ajudar no transporte dos ônibus que quebram. Porque se vê por aí as empresas baixando os ônibus e transformando em carros de apoio, isso tem que ser proibido. E no caso, usando caminhões trucados e com eixo direcional facilita, porque dá pra suportar o peso dos ônibus a serem puxados, no caso de serem rebocados para as garagens. E mais uma sugestão, pra encerrar, todos os motoristas e cobradores deverão passar por cursos periódicos de reciclagem, porque, conforme a usuária disse, muitos andam destratando e desmerecendo, fazendo cara feia e indiferentes com usuários, pessoas com deficiência, idosos, gestantes e crianças de colo. Portanto, essa é minha participação, minha contribuição para, como eu disse, o sistema seja um sistema de qualidade, que São Paulo tenha um sistema de transporte coletivo de primeiro mundo, a ultrapassar outros locais aí, como Nova Iorque. Muito obrigado a todos, Deus abençoe a todos aqui.
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Senhor Alexandre, por favor.
Alexandre: Boa noite a todos, obrigado pela oportunidade. Eu tô aqui como representante de um coletivo que chama Cidade a Pé, que luto pela melhora da mobilidade a pé em São Paulo, e junto com outros coletivos como Cidade dos Sonhos na regional de São Paulo, Ciclocidade e tudo, estamos acompanhando essa licitação. Eu o que venho aqui é reforçar o que o cidadão ali já falou, que assim, essas audiências aqui corridas, sem o edital é que nem o Brasileiro a marcar três rodadas e não levar a bola em nenhuma delas. Sem edital, a gente fica sem nada. Isso aqui é a mesma coisa que apresentaram no Instituto de Engenharia, a mesma coisa que apresentaram no Conselho, é nada. A gente não tem os dados aqui pra discutir, a gente não tem o retorno. Então eu tô pedindo que quando este edital finalmente sair, primeiro, que não seja que nem a gestão passada, que tiveram essas mesmas ingerências sem edital, se as pessoas lembram aconteceu da mesma forma, e quando veio o edital, veio um edital de cinco mil páginas. Aí a gente vai examinar como? Se as nossas exigências como cidadão estão lá cumprindo ou não? Então, eu peço que esse edital quando vier, venha com uma abertura, numa linguagem cidadã, que qualquer um possa ler e entender o que sendo oferecido pros cidadãos e com tempo suficiente de discussão. Não adianta vim o edital e falar tem que decidir em 15 dias. Não. Tem que... eu ouvi, parece que ontem na Pinheiros o secretário Avelleda disse que vai haver 45 dias. Espero que pelo menos isso a gente tenha pra discutir. Então, eu acho que, assim, por favor, discussão de licitação sem edital...
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Senhor Paulo. Desculpe, senhor José Paulo. Por favor, já são 7:30, então a gente vai encerrar as inscrições aqui. Depois ainda fala o seu Jeferson e Ana Maria. E, por favor, quem tiver mais colocações a gente pede que formalize por escrito pra gente depois poder responder a todas. Obrigada.
José Paulo: Boa noite senhores, boa noite senhoras. Boa noite nosso prefeito aí Heitor Sertão. Gente, eu sou obrigado agora a andar de ônibus, depois que o Haddad fez eu andar de ônibus aposentando eu como taxista, né. Então, o que eu tenho a dizer é o seguinte, peço muito assim, olha, eu mesmo não vi falando nada, eu sou totalmente contra o desemprego, os cobradores, tem que ser mantido os cobradores nos ônibus, né. Sendo que, igual a moça falou aí que os cobradores seja preparado. O que eu vejo, no caso, né, eu já tenho meu 100 aninhos, e então vejo os outros também, né. Você chega e no lugar, tá lá o cabrinha novo ou a cabrinha nova dormindo, de mentira, né. O cobrador tem que chegar e cutucar ele e falar: olha, por favor, deixa o lugar dos velhinhos, das velhinhas, dos deficientes, a mulher com criança e tudo. O mestre Saraiva, o Saraiva, ele é um homem que sabe disso aí, que esse homem aí ele era o homem, em Campo Limpo aqui, de tudo lugar, das ruas de terra, então ele conhece muito bem, tenho certeza que ele também seria a favor de ser mantido os cobradores. Mas cobrador ali doutrinado, organizado como trabalhar. O Carlinhos falou um
negócio muito engraçado, que ele falou do gargalo, no mandato anterior ele gritava comigo quando eu falava no gargalo, ele dizia que o gargalo ia funcionar lá na frente, o gargalo pros ônibus passar, né. Aí, ele dizia: não, mas a preferência é o ônibus.
é a maior cidade que eu falo até do mundo, nosso (incompreensível). Então vocês tão equivocado de dizer: não, todo mundo tem que andar de ônibus, acabou. Eu acho isso uma ignorância, né. Tem que ter os corredor, tem mesmo, mas os gargalo, aonde fecha, os ônibus vai e os carros ali, aqui a Estrada do Campo ônibus, o ônibus tá na esquerda, certo, que o ônibus não era na esquerda, era na direita, você pega o ônibus e você pega um caminhão, o carro vai onde? (incompreensível). Não, tem que ser de ônibus. Eu falava: queria que o Maldade, que ele virou maldade mesmo, ficasse doente e tivesse que ir pro hospital. Eu falei: ele morre no caminho, porque o carro não anda, não tem como andar, ele não vai pro hospital de ônibus, ele vai ter que ter o carro pra ele ir. Nós fomos tirados do corredor, nós taxista. O Maldade aposentou nós e está dando dinheiro pros americanos, com uns carros clandestinos aí chamado Uber. O dinheiro vai pra lá pros americano. E o motorista do táxi e do ônibus vai precisar de trabalho de cobrador, João Saraiva, vão ter que trabalha de cobrador, certo? Porque os carro clandestino que hoje tem nome de Uber, né, o dinheiro vai pra lá. Então, gente, é isso só que eu queria falar e dizer assim: cuide, por favor, igual o Carlinhos falou ali, ele tem experiência nisso aí, que ele sempre trabalhou nesse ramo, dos gargalos, e manter os cobrador, tá bom, gente? Muito obrigado a vocês.
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Por favor, a dona Elaine. Eu esqueci de chamá-la aqui. Eliane.
Eliane: Boa noite a todos, boa noite a todos os gestores presentes também. Sou Eliane, sou membra do Conselho Participativo aqui do município. Mas hoje especialmente eu gostaria de estar aqui falando em nome de todos os portadores de necessidades especiais, também em nome de uma instituição que utiliza muito especificamente o serviço Atende da SPTrans, do setor de eventos. E gostaria aqui, como a maioria das queixas, das reclamações já foram aqui pontuadas pelos companheiros anteriores, eu gostaria de pontuar aqui uma questão muito simples em relação ao serviço Atende, que faz o transporte de eventos das instituições, das ONGs pros deficientes físicos. Existe aí, uma norma, um regulamento interno, que não sei exatamente como funciona, em que os motoristas do Atende não podem buzinar, não podem chamar o usuário no momento em que vão fazer o transporte. Isso às vezes tem acontecido com uma certa frequência do usuário perder a viagem por conta de estar se preparando ainda, está no interior da residência, porque o deficiente, todo mundo sabe que é um processo um pouco mais lento, um pouco mais demorado, na maioria das vezes são cadeirantes. Então o usuário acaba perdendo a viagem porque o motorista não pode aguardar muito tempo, ele não pode buzinar, ele não pode chamar o usuário. Então isso tem provocado uma certa dificuldade aí na questão do transporte desse usuário que acontece normalmente aos fins de semana pra eventos. E também em relação à frota de ônibus normal, a gente sabe que muita coisa melhorou, muita evolução aconteceu, mas ainda precisamos de um aumento na quantidade de ônibus adaptados para cadeirantes. Ainda existe uma espera muito grande, a maioria da frota ainda circula com ônibus normais, com as escadas normais, e isso impossibilita o acesso a cadeirantes. Então é o meio que eu convivo, é o meio que eu trabalho, então a gente realmente sente ainda essa necessidade. Também gostaria de registrar então essa situação aqui. Com relação ao restante credito aí pelo pessoal. Muito obrigada, boa noite a todos. Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Por favor, seu Jeferson Paiva.
Jeferson Paiva: Boa noite a mesa, boa noite a todos. Primeiramente eu queria fazer duas sugestões aqui, primeiro. Como vocês querem mudar as linhas, hoje, desculpe, vou falar primeiro, sou Jeferson Raul, eu represento aqui uma classe que muitos ainda não conhecem, mas muitos já respeita. Como tem algumas empresas aqui, como a Transwolff respeita muito, que é a Rede dos Busólogos, que é o entusiasta do transporte. O Busólogo é aqueles doidos que fica tirando fotos de ônibus. Além disso, além da gente tirar foto dos ônibus, a gente estuda o ônibus, a gente estuda o coletivo também. E tem duas questões do que foi dito aqui e também do edital que vai ser aberto, eu queria criticar aqui sobre a... ou também sugerir. Primeiro é sobre a manutenção dos corredores serem feitos pela empresa de ônibus, ótimo. Agora, uma sugestão, que essa manutenção de pontos deveria ser feita na cidade inteira, no bairro, na periferia ou pelas empresas mesmo que opera naquelas regiões. Porque a empresa que tá hoje operando os pontos de ônibus, a empresa Ótima, é um lixo, é um lixo, desculpe falar aqui, mas é um lixo. Porque você vem aqui no Campo Limpo, você tem um ponto bonitinho tal, beleza. Você vai aqui, do lado aqui, você tem um ponto bonitinho. Você chega lá em cima, certo, do lado do bairro você tem um ponto bonitinho pro pessoal ficar agasa-lhado, agora do lado que vai pra Santo Amaro você só tem um pau. Não existe isso. Como que um deficiente ou uma gestante vai ficar num ponto que só tem um pau? Isso aí é chato, isso aí é chato pra tudo. E quanto ao planejamento de linhas. Vai ter um planejamento agora da São Paulo Transporte, é uma crítica que eu vou fazer aqui, vai ter um planejamento, uma mudança agora no próximo dia 8, no próximo dia 8 vai ter uma mudança que eu acho uma p... safadeza pra gente população. Pessoal do Jardim Guarujá, pessoal que vai do Jardim Guarujá, Santo Amaro, Terminal Guarapiranga, Jabaquara, vai ter um serviço prestado, ótimo, beleza. Agora, a gente que sai daqui, do Campo Limpo, e vai pro Jabaquara, nós não vai ter opção nem de chegar no Terminal Guarapiranga. Vocês vão tirar aquela linha 675 V e vão colocar a 6007 que sai lá do Parque Santo Antônio, vai pro Terminal Capelinha, mas nem sequer ela passa no Terminal Guarapiranga, nem sequer ela passa lá em M'Boi Mirim. Então, se eu quero sair daqui da zona sul, eu quero sair daqui do Capelinha, eu quero ir lá pra M'Boi Mirim não vou ter opção mais. Eu não vou ter opções, pra ir pro Vila Remo, a 675 V passava para ir pra Piraporinha, que essa linha passava, não vou ter opção mais, vou ter que pegar a 6007, vou ter que ir até a Luiz Gushiken, da Luiz Gushiken eu vou ter que pegar outro ônibus pra subir de novo um trecho que eu fazia só num ônibus. Então, assim, esses cortes da São Paulo Transporte é um dos cortes muito perfeito porque hoje tem muita linha sobreposta, tem mesmo. Esses cortes só trouxe benefício pra população, quem pensa ou não, trouxe benefício. Você querendo ou não, antigamente, a linha aqui Jardim Rebouças-Santo Amaro, você demorava 20 a 25 minutos pra esperar um carro, mas não é por irresponsabilidade da empresa ou não é por irresponsabilidade do motorista, mas sim porque tinha muito trânsito aqui. Hoje não, eu vejo carro de dois em dois minutos passando aqui pra ir pro Hospital do Campo Limpo, chega lá o pessoal vai ter muito mais opções. Beleza. Mas esses cortes deveria ter... deve ter um objetivo certo pra pessoa poder ir de um ponto para o outro, e não esse corte como vocês vão fazer dia 8, um que é corte péssimo, vai prejudicar muito, principalmente a gente que mora aqui no Campo Limpo. A gente ia pro Jabaquara, eu quero ir pro Jabaquara vou ter que pegar o 6007, vou descer lá na José Barros Magaldi, como vocês sugeriram, andar mais de um quilômetro pra chegar no Terminal Guarapiranga pra pegar outro ônibus. Isso aí é muito errado, muito errado mesmo. Isso são só duas sugestões que eu faço aqui. Uma resposta sobre cobradores aqui, que (incompreensível) pra fazer reciclagem. Eu trabalhei muito tempo como cobrador, trabalho hoje como motorista, mas não aqui em São Paulo, lá em Itapecerica. Eu trabalhei na empresa que é a Transcap, antigamente era Unico-opers e também na Transwolff, a gente tinha rigorosamente os cursos, rigorosamente os cursos. A São Paulo Transporte pedia
pra empresa poder fazer o curso de cadeirante, fazia, só pra falar pro pessoal aqui, que tem muitos que fala que não tem treinamento, mas tem treinamento sim. Só tem um ou outro que não cumpre com a ordem da empresa, mas as empresas, deixar
determina. Só esses dois casos que eu queria falar sobre... são essas duas opiniões que eu queria falar sobre o edital que tá aí. Muito obrigado pela... Mas só pra deixar claro aqui, pra todos, porque lá na zona norte, vocês fizeram uma mudança também, uma mudança que afetou muito a população e agora vocês
voltar a coisa que vocês fizeram. Mas essa mudança que vai ter aqui na nossa região, tipo, é uma falta de respeito, por isso que eu falei publicamente aqui, tá. Muito obrigado pela atenção de todos, uma boa noite.
Alaíde: Para! Vamos fazer manifestação e parar!
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Só pra te falar, se você puder colocar essa parte da reclamação dessa alteração do dia 8, porque a gente está com oportunidade de levar isso pra ser analisado e você ter uma resposta até formal. Está bom? Obrigada.
Oradora não identificada: São duas linhas idênticas, a 675 Z, do Guarujá e a Capelinha.
Jeferson Paiva: Não, mas ali vai ter um atendimento, aquela linha vai ter um corte, mas ela vai ter um atendimento direto do Guarujá até Guarapiranga. Agora, aqui no Terminal Capelinha pro Terminal Guarapiranga já não tem.
Orador não identificado: Só um minutinho, essa possibilidade de integração já está sendo estudada.
Jeferson Paiva: Já está sendo estudado, né. Mas porque vai ser chato pra gente, porque o pessoal do Capão tem como ir direto pro terminal Guarapiranga, agora, a gente aqui que mora no Campo Limpo já não tem.
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Gente, por favor, a última manifestação, é o Jeferson também. A gente vai encerrar pra poder responder todas essas argumentações.
Jeferson: Boa noite a todos, boa noite a mesa. Aproveitar o gancho do meu xará, não vi nas informações apresentadas a relação sobre os pontos de ônibus. Hoje realmente tem simplesmente um token lá que não tem informação, muitas vezes não tem cobertura e pessoas idosas, deficientes, crianças precisam ficar às vezes sem iluminação. Então, realmente, de um lado da rua às vezes tem tudo, tem o banco pra sentar, mas do outro da rua não tem. Isso acontece aqui na estrada mesmo, da Carlos Caldeira Filho, tem locais onde é simplesmente um poste sem nenhuma informação. Então, precisa melhorar muito esse assunto. O que o conselheiro participativo Marcelo aqui, também sou conselheiro participativo, disse a respeito de um Conselho Gestor é importantíssimo isso acontecer. Porque sem o Conselho Gestor da população junto com as empresas, a prefeitura, dialogando constantemente, simplesmente vai acontecer uma licitação, as empresas vão fazer, a prefeitura vai fiscalizar e nada vai mudar. Então, é importante que isso ocorra. E aí pra completar, eu fico pensando que hoje, 2017, século XXI, e a gente ainda tem ônibus andando na base do diesel com tanta tecnologia disponível, tecnologia solar, energia elétrica, biodiesel. Então é necessário que não se leve 10 anos, como está proposto, essa alteração, dizem alteração, pra que as empresas façam isso. É necessário muito menos tempo porque pessoas na cidade de São Paulo sofrem, sofrem de rinite, sofrem de problemas pulmonares, e os ônibus que são a grande maioria na cidade de São Paulo poluem de forma absurda. Então é necessário ter muito menor pra que seja feita essa substituição total da frota, não dá pra ter frota hoje com diesel, com petróleo, que é caro, que é extremamente poluente. Então fica a sugestão aí pra mesa.
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Gente, obrigada a todos. Então, agora a gente vai procurar responder as dúvidas. E levar, as que a gente não conseguir responder nós vamos levar lá pro nossa Comissão de Licitação e eles formalmente respondem pro pessoal daqui.
Paulo Cézar Shingai - SPTrans: Pessoal, tudo foi anotado, está certo? Duplamente aqui, pra que não falhasse nada. Muitas questões aí fogem ao edital, nós estamos aqui pra falar sobre o edital, ouvir. É audiência, é ouvir. Olha, inúmeras sugestões valiosas que serão consideradas, está certo? Vou tentar responder um a um e tem coisa que vai ter que ser ponderado lá pela Comissão de Licitação.
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Eu vou começar então com o pessoal que veio aqui a frente. Então, o Carlito você está falando da questão que vem desde o corredor. Então como nós já dissemos, isso já é um requisito dessa licitação, trabalhar pra que o corredor tenha fluidez e as pessoas demorem menos nos seus deslocamentos. E a questão do cuidado na mudança da remuneração está sendo feito todo um fluxo de caixa, toda uma simulação desses custos. Então isso vai ser feito com uma base técnica, não haverá nenhuma intenção de prejudicar uma empresa ou outra. Será tudo feito tecnicamente. E também atendendo as recomendações que a gente tem de Tribunal de Contas, de auditorias que foram feitas no sistema de transporte, então tudo isso será considerado. Bom, a dona Alaíde, com relação ao atendimento, a falta de atendimento a comunidade do Capão Redondo e do Campo Limpo. Sobre isso, particularmente, dona Alaíde eu gostaria que a senhora deixasse um telefone, a SPTrans ela dispõe de um canal de comunicação pra tratar direto com o representante das comunidades. Então, a gente tem esse serviço, não precisa ser o 156, toda vez que a gente...
Alaíde: Não funciona, minha querida.
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Não, mas a senhora deixa o telefone pra mim...
Alaíde: A não ser que comece a funcionar a partir de hoje, aí sim. Não funciona.
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Não, ele funciona. O 156 é o atendimento telefônico da prefeitura, é uma coisa breve, você faz uma reclamação pra ter uma resposta. Os interesses de comunidade, eles são tratados de forma diferenciada, a gente tem uma área na Diretoria que eu trabalho, que chama Assessoria de Articulação Comunitária, ela existe pra essa finalidade. Então, eu até vou levar lá como sugestão do nosso diretor, talvez não haja uma divulgação adequada pra população sobre esse serviço. Mas ele existe, eu gostaria, se a senhora pudesse deixar um telefone pra gente entrar em contato, marcar uma reunião. E aí poder discutir esses aspectos particulares aqui das linhas da região.
Oradora não identificada: Deixa o seu telefone também pra gente, é muito importante também deixar.
(Falas sobrepostas)
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Não, não, o 1188 é da CET.
Alaíde: Sim, mas tudo bem. Agora o seguinte, 1, é assim, você liga 156 a moça fala: 1 é pra não sei o que, 2 é SPTrans, é transporte. Aí você aperta o 2, e você fica, você fica... Então, dona Jeanete, eu não sou criança e não sou burra.
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Não, não, eu não estou discutindo.
Alaíde: A gente não tá aqui jogando conversa fora não. Eu posso provar pra senhora.
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Isso. Eu não estou discutindo, assim, eu só estou informando....
Alaíde: Assim, doutor Paulo... pode ter, doutor Heitor, o departamento, mas não funciona.
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Então eu gostaria de tentar redimir a SPTrans dessa impressão de que não funciona. E se a senhora puder deixar o telefone de contato, a gente vai entrar em contato e tratar desses aspectos particulares de linha. Então, aqui da licitação é uma coisa maior. Pra gente tratar desse detalhe da linha, eu precisaria de um contato pra gente poder articular isso. Obrigada. O senhor Marcelo então,
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terça-feira, 29 de agosto de 2017 às 03:16:14.
Marcelo: Boa noite a todos, a todas. Sou Marcelo, sou do Conselho Participativo aqui do Campo Limpo. E a gente estranha hoje uma coisa que a gente via em outras audiências no passado recente, que a gente deveria ter aqui hoje uma pré-
realmente, o que está sendo proposto pra cidade em relação a mudança no transporte. Nós não temos essa pré-minuta. Essa pré-minuta teria que está na mão de todos os que estão aqui participando pra gente já começar, já partir da pré-minuta pra ir pra minuta, isso é um primeiro item que acho que a CET, que eu
Outra coisa importante, aí já entro agora na fase da proposta, a Jeanete já, que a gente tem que está fazendo, nós temos que ter já a partir de agora por parte da Secretaria a iniciativa de chamar a população e criar um Conselho Gestor pra fiscalizar esse contrato. Tá? Porque o contrato não pode ser vindo de goela abaixo pra população. Então, a população tem que ser representada. Então, pra ser representada ela tem que ter um Conselho Gestor Representativo. É um Conselho Gestor que não precisa ser um Conselho só da população, ele tem que ser um Conselho paritário. Conselho que vai fiscalizar a criação desse edital e vai fiscalizar futuramente o cumprimento do edital. Porque não adianta nada a gente criar um edital, criar um monte de coisa linda e maravilhosa e ninguém fiscalizar, nós temos que ter o povo, junto com a prefeitura, fiscalizando o contrato. Tá? Então, isso serve de proposta. Outra proposta também é que isso, que essa reunião que hoje está sendo gravada, ela seja, igual foi feito em outros lugares, ela seja posta a público, toda a gravação que for feita, todas as audiências, fiquem em público, está, todo o áudio fique em público pra todo mundo saber o que realmente aconteceu. O que aconteceu no Campo Limpo pode servir lá pra zona leste, pode servir pra zona norte, pode servir pra outros lugares. Então é muito importante que essa gravação seja pública, de fato, né. Entrando no item qualidade, uma coisa importante que tem que estar no edital, é que todos os ônibus tenham ar-condicionado, está pessoal? Eu acho que não dá pra gente andar num ônibus, um ônibus que não tenha, hoje, um mínimo, um mínimo de conforto pro munícipe. Outra coisa que a gente já vê em algumas cidades é o quê? É ter ônibus com Wi-Fi, né. O Wi-Fi é muito importante pra gente porque o Wi-Fi ele é hoje tudo pra nossa vida a internet, o meio de comunicação vai todo ele pela internet, então isso é muito importante. E outra coisa também importante pra ficar como proposta, é com relação à capacidade de passageiros nos ônibus. Hoje todo mundo que entra num ônibus, quando entra dentro do ônibus vê lá escrito: capacidade de passageiros X, mas ninguém obedece essa capacidade. A capacidade de passageiros hoje é muito maior do que a escrita lá dentro, lá no ônibus. Então, a gente tem que ter fiscalização e tem que ter mais ônibus nas linhas. Se não está comportando a população tem que colocar mais ônibus. Então, nós temos que ter essa fiscalização. Então, volto a frisar, pra começar nós temos que ter esse conselho gestor pra fiscalizar esse edital porque esse edital não é só das empresas de ônibus, esse edital é de todo mundo, todo mundo que pega ônibus. Então é só isso que eu tinha que falar. Obrigado.
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: A senhora Fátima.
Fátima: Boa noite a mesa, boa noite a plateia. Pessoal, acho que o companheiro ali já falou algumas coisas que tem que ajeitar esse Conselho. Porque a gente já teve esse Conselho, não só pra junto da licitação, mas também nós também fiscalizava os ônibus, e era muito interessante. Existia um respeito melhor com a gente nossa população. A Alaíde falou várias coisas que é muito certo, as pessoas não têm um pingo de respeito, principalmente quando a gente tem idade, os cobradores às vezes destratam a gente. Eu mesmo já fui destratada. E também outra coisa que eu quero falar, o edital fala assim como vai ficar as linhas do bairro, que vai tirar, cortar alguns carros. E aí? E aí? Tem que pensar nisso. Cortar carro se a gente já não tem, né? Chega sábado e domingo você fica duas, três horas num ponto. Carro até com Wi-Fi, que até o Araripe tem Campo Belo até colocou já, a gente até tem, mas precisa melhor sim muito, precisa melhorar, está muito complicado. As pessoas pegam a gente na... alguns ônibus aí, parece que está carregando animal, a gente sai caindo, cai aqui, cai acolá, segura aqui, vira do aveço. Gente, vamos ter respeito. Vamos ter respeito. Eu já cheguei a descer de ônibus com medo, na Marginal, com medo do carro virar. Porque a irresponsabilidade de alguns motoristas, não vamos generalizar nem motorista nem cobrador, não vamos generalizar, é alguns que não tem responsabilidade, né. Então, assim, eu quero que vocês que tão todos aqui, que vocês olha bem, que a gente precisa acompanhar esse edital, a minuta que a gente nem sabe o que vocês tão fazendo, antigamente a gente até tinha uma minuta, hoje não. Só os empresários. E a população? Quer dizer que nós não somos nada, nós temos sempre que engolir de goela abaixo tudo o que os governantes manda. Não dá, né? E a gestão Dória não tá matando não, ele tá é enforcando e puxando com a perna e jogando lá dentro do Rio Tietê, que tá demais. Não só no transporte, como na Saúde, na Educação, tudo tá complicado. Eu acho que a gente tinha que pegar ele, gente da comunidade, nós aqui da comunidade, e conversar com ele, mostrar nossa realidade de Campo Limpo, não só Campo Limpo, como São Paulo, mostrar nossa realidade. Eu vou englobar Educação, da qual eu tenho Educação, pô, tá complicado gente, em todos os sentidos. Eu não sei se eu entrego a creche ou se eu vou chorar, ou se vou pedir esmola a alguém pra me ajudar. Então, assim, é complicado tudo. E o transporte, gente, eu vou pedir encarecidamente, pelo amor de Deus, vamos melhorar. Não adianta vocês também fazer várias, eles entregar pra fulano, pra cicrano, se vocês não tiverem a fiscalização da população. Porque quem fiscaliza é nós, vocês tão lá dentro da Secretaria e nós estamos pegando a condução. E gostaria que todas as empresas que ganharem, que peçam o mínimo de respeito com as pessoas da melhor idade, o mínimo de respeito com as pessoas especiais. Um mínimo de respeito. Porque não é fácil uma pessoa descer com sua criança na cadeira de rodas sozinha. Eu já vi algumas vezes, eu vi... olha, eu sou grata, toda hora seu João Saraiva pelo cobrador que tem na linha, o menino, é um garoto, um garoto, mas eu vou te falar, é um garoto de ouro, ele pegou a mulher no colo com maior carinho e desceu da cadeira, e desceu lá embaixo. Então, assim, gente, é o mínimo que vocês podem ter educação, cuidado com a melhor idade. Nós daqui a pouco, se nós quebrar qualquer coisa não emenda mais não. E muito obrigada, que Deus abençoe vocês, que vocês sejam bem-vindos. E que Deus ilumine o caminho de cada um, em cada momento. Eu sempre falo, cobrador e motorista também tem uma vida muito arriscada, como nós também temos. É muito difícil, todo lugar hoje, principalmente porque nós não temos segurança em lugar nenhum. Então, muito obrigada e que Deus abençoe a vocês todos.
Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Senhor Edir. Senhora, desculpa.
Edir: Sou Eu. Boa noite a todos. Eu vou relatar só um assunto, só, da minha comunidade, que eu não sei se vai dar pra vocês resolver, mas a gente tá precisando muito que seja resolvido. É um transporte que temos do CEU Capão Redondo ao Terminal Capelinha. Porque nós temos a Rua Domênico Fa-rinati, que ela tem duas vias. Então, nós temos uma via que ela tá um ponto de ônibus lá fechado, que tem cobertura, e a outra via é onde passa a perua não temos nada. E nós temos pessoas deficientes, nós temos pessoas de cadeira de rodas, que às vezes fica ali na chuva esperando a perua passar e fica pegando chuva, enquanto aquele ponto tinha que tá no local onde a perua passa, e tá lá no mesmo lugar, já tem dois anos que tá lá, deixado. Então nós precisa que arruma aquele ponto onde a perua está passando. E outra coisa, nós temos o CEU, que temos uma demanda de crianças muito forte, viu? E temos... não tem sinalização quando vai, quando vem, às vezes, eu tô passando,
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Confirma a exclusão?