Diário Oficial do Município de São Paulo 29/08/2017 | DOMSP-SP

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a criação do Conselho Participativo é uma coisa que foge... do Conselho Gestor, desculpe, é uma coisa que foge ao escopo da licitação, mas a gente vai levar isso como sugestão colhida aqui, da população. Não podemos dar uma resposta sobre isso agora. A questão da minuta. Então, a gente está cumprindo um rito legal, então esse rito diz que primeiro a gente tem que fazer essas audiências, chegar a população, fazer, colher sugestão, esclarecer dúvida, pra que depois a gente solte o edital na rua. Então, a gente está obedecendo o rito legal. Nós estamos acabando aqui, amanhã a gente conclui esse processo, já colhemos em todas as subprefeituras sugestões, isso o pessoal lá, uma Comissão que existe, que trata da licitação vai analisar, vai incluir tudo o que for viável, e nós vamos então soltar a minuta do edital. Então, como eu já disse, isso não encerra o processo de sugestão. Então aí atende as argumentações de vocês, vocês vão ter uma minuta pra discutir. Aí eu vou até aproveitar, falar da questão do prazo, enfatizar lá essa sugestão que vocês tenham um tempo maior, porque não dá pra falar que o edital vai ser pequeno, ele é grande. É grande. Então a gente vai propor lá. Então, assim, que tenha assim, nós vamos levar a sugestão assim de que explique como ele é composto, pra que aí você vá, você quer ver frota, você sabe que parte do documento você tem que olhar. Então ele tem uma organização, a gente que tra-

da população. Então, a gente vai pedir lá, sugerir que seja feita alguma explicação, um roteiro. Eu quero falar sobre isso, onde está, e você vai lá e faz essa busca na minuta.

(Colocação fora do microfone)

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Sim, com a linguagem que vocês possam entender. Então a gente vai levar isso como sugestão. Não, eu estava falando do Marcelo, ele é o Alexandre, é que a gente já antecipou. Do Marcelo foi a criação do Conselho Gestor e essa questão de também, do senhor Alexandre, da gente soltar a minuta.

(Colocação fora do microfone)

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Então, só complementando que hoje toda a frota, só entra carro na frota que já tenha Wi-Fi, ar-condicionado e tomada USB, acho que foi o questionamento, já é obrigatório. Ah, o Marcelo também falou da questão da reunião, da gravação, também, ser posta a público. Isso também vou falar com a Comissão de Licitação que nos apoia, eu não sei como que isso se dá. As gravações, elas existem tudo está sendo gravado, e a gente vai ver, sugerir como que isso chega ao público. E por fim, do Marcelo, a questão da capacidade do veículo, que é sempre maior do que está escrito. Então, essa questão de capacidade do veículo, tem a capacidade nominal dele, então cabem tantas pessoas sentadas, mas também tem uma quantidade de pessoas que ficam em pé, isso é previsto numa programação. O que existe é uma referência de uma taxa de conforto, então toda a programação de linhas é feita considerando o máximo de seis passageiros em pé por metro quadrado. Tá? Então, quando a gente fala da capacidade, cabe 194, a gente está falando de sentados, mas em pé também. Mas na licitação isso tudo vai ser considerado, esclarecido na hora de programar as linhas e definir qual é a frota que vai ser utilizada. A Fátima também pediu pra criação do Conselho e falou muito da questão do tratamento aos usuários. A criação do Conselho, como eu já disse, a gente vai levar como sugestão. E a questão de tratamento ao usuário, existe já um movimento na SPTrans, a gente tem uma área de recursos humanos, que ela cobra das empresas os treinamentos, a qualificação desse pessoal. Recentemente, até vou participar desse processo, a gente já definiu todo um trabalho focando na questão de segurança.

Paulo Cézar Shingai: Tem até uma nota, a empresa é ran-queada.

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Isso, é ranqueada.

Oradora não identificada: Então, fiscaliza porque acho que não tão trabalhando ainda não.

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Então, a fiscalização, o que a gente está trabalhando é em ter mais compromisso desse operador, mais consciência.

Oradora não identificada: É, existe esse Conselho lá dentro, que tem um Conselho Comunitário pra atender a nós da comunidade, mas a gente não tem, nessa gestão, a gente não está nem no canal e nem está tendo telefone. Aí vai no 156 e quebra a cara.

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Isso. É que o 156 ela tem outra finalidade, então eu até assumo a culpa da SPTrans de não estar divulgando corretamente isso. Então, por favor, a senhora deixe o telefone, nós vamos entrar em contato, eu vou...

Oradora não identificada: Tá aí o telefone, só que eu tenho um conhecido na gestão que me ajuda ainda.

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Sim, então não se preocupe quanto a isso. A gente vai entrar em contato pra poder conversar sobre as coisas mais particulares aqui da região com vocês. Então, a senhora falou também, dona Fátima, da parte da dirigibilidade, da questão da segurança. Então, como eu falei, o edital ele vai ter um indicador exclusivo de segurança pra poder entrar na composição da remuneração do operador. A gente está focando uma série de treinamentos visando essa questão de segurança, dirigir de forma segura, atender bem o usuário. Isso, a parte do processo licitatório, isso são ações rotineiras da empresa. É que a gente está numa administração nova, então as coisas tão fluindo a partir de agora, e a gente espera que a senhora veja os resultados que a senhora espera e...

Oradora não identificada: Espero em Deus. E olha que eu tô há muitos anos, hein, (incompreensível).

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Se Deus quiser. Então, a questão da gente melhorar a nossa fiscalização. Nós estamos aqui com o diretor de operações, já registrou essa questão de melhor fiscalizar o sistema de transporte. A senhora Edir falou também de uma coisa especifica aqui, de uma linha, essa linha do Capão Redondo, do CEU Capão Redondo. Então, essa questão do ponto de ônibus, que tem que ser... a gente já anotou aqui, nós somos da área de planejamento, então a gente já vai levar isso aqui pro setor competente, já fazer alguma análise em relação a essa questão aqui. Então ela já passou o endereço. Tá. Então, só complementando, o Shingai está me lembrando assim, a questão de colocar abrigo depende da calçada. Então, tem calçada que não comporta abrigo. E existe assim norma de segurança pra gente colocar um abrigo lá, a gente não pode pôr, mesmo se ele não comporta porque pode depois causar algum problema. Então, tendo esta característica, ele podendo comportar abrigo, isso é colocado. Quem coloca pontos de abrigos na cidade não é a SPTrans, é um contrato da prefeitura com uma outra empresa. Então a SPTrans, ela só tem a responsabilidade de indicar o lugar para pôr um ponto, de dizer se ali pode ser um abrigo ou não. Mas a execução da obra, teve aqui uma reclamação sobre um ponto caindo, a execução da obra, infelizmente, não é da SPTrans. É a SP Obras que tem um contrato com a Ótima, e ela é que executa dentro de um cronograma essa manutenção. Então, nessa questão a gente não vai poder ajudar. Mas na questão aqui de levar, pelo menos, para se analisar se comporta um abrigo a gente vai levar.

Alaíde: Dona Jeanete, o ponto que está caindo lá na Rua dos Retirantes está muito perigoso. A senhora disse que não podia ajudar. Se esse ponto...

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Não, a gente vai levar a informação, mas não é a gente que faz a obra.

Alaíde: Sim, mas a gente não tem nada a ver com isso. Se a senhora me der direito quem faça, a gente vai cobrar. Se a pessoa cair e machucar, de quem que é a...

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Então, a gente já anotou o endereço, vai mandar lá pra fazer uma vistoria, identificar e mandar isso pra frente.

Alaíde: Eu sei que isso não foi agora, do Dória, a gestão anterior tirou os cobradores das peruas e deixou só uma pessoa que dirige, ouve, fala. Agora, assim, eu quero falar com os empresários da Transauto, Transcap e as empresas pequenas, aumentar os motoristas, porque nas empresas grandes no Campo Belo e as outras, motorista tem cobrador. Na perua não tem, o cara faz serviço de mil, e ganha miséria. Eu quero saber por que SPTrans também não tirou os cobradores das empresas grades? Por quê?

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: A gente vai falar sobre isso.

Alaíde: A gente quer saber por quê. Só mexeu nas empresas pequenas? Tem alguma coisa errada aí.

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Bom, o Rodolfo foi muito legal você falar desse momento importante que todo mundo pode colaborar, todo mundo pode dar opinião. Com relação a idade média da frota, que a gente tem 500 carros com mais de 10 anos em circulação, o número são 38 veículos com mais de 10 anos, não são 500. Nunca foi 500, não, houve algum erro. Então, a gente tem 38 carros acima da idade permitida.

(Colocação fora do microfone)

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: É alguma confusão de informação. Mas não tem. Agora, a idade que vai ser con-

informação agora pra você de como vai funcionar. Então, eu vou levar adiante pra gente depois poder informar. A questão de inclusão de veículo elétrico, como eu te falei, assim, a frota que a gente vai utilizar, basicamente, é o que já tem hoje, e a questão da gente entrar com novas tecnologias, isso vai ter a ver com a meta que vai ser definida pra cada empresa. Então a questão da gente inovar nessa parte vai depender muito mais da empresa. O que a gente vai cobrar é a meta. Por favor.

Paulo Cézar Shingai - SPTrans: Vou tentar ajudar um pouquinho. Tem meta de redução de gases, CO2, NOX e material particulado. Para a empresa que ganhar a licitação atingir a meta, necessariamente ela vai ter que buscar novas tecnologias, nova matriz energética, sair do diesel e ir pra um híbrido, ir pra um elétrico, e carros, outras energias alternativas que estão saindo por aí, está certo? Então, nós não vamos falar quanto por cento de elétrico, quantos por cento de híbrido, assim por diante, mas pra atingir a meta da redução de material, de gases, a empresa obrigatoriamente vai ter que partir para um outro tipo de combustível, entendeu? Deixa eu aproveitar, muito interessante a sua sugestão do guincho, mas eu acredito que ela já esteja no edital. Vou dar uma verificada lá, mas eu gostei bastante.

Rodolfo: É, porque eu vi numa foto um caminhão guinchan-do um ônibus da empresa Transppass, e esse caminhão só tinha dois eixos. O certo mesmo é ter três eixos, ou seja, por cabo, e ao lado do eixo dianteiro, eixo direcional pra auxiliar no peso.

Paulo Cézar Shingai - SPTrans: Ok, entendi. Eu sei que tipo de carro que é, interessante, eu vou dar uma verificada lá, o guincho faz parte do edital. Podemos verificar esse tipo de sugestão aí. Com relação aos carros socorro, hoje são cortados e adaptados etc., é um carro socorro, não é um guincho, é mais pra dar uma manutenção rápida, e isso aí, não tenho certeza se faz parte do edital. É isso. Obrigado.

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Com relação aos cursos de reciclagem de motoristas e cobradores, então a gente tem um programa, a gente controla isso. E recentemente já abriu um programa de treinamento específico, então é uma coisa de rotina já na empresa. Bom, Alexandre, a gente já falou a questão do edital, então a gente vai levar aqui as suas sugestões adiante. O José Paulo falou sobre o preparo dos cobradores, dos motoristas e se eles vão ser mantidos no sistema. A questão de manutenção de cobrador já é uma política que foi definida pelo poder público.

José Paulo: Só dos cobradores, né...

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: É cobrador. Ah, não, é preparo, treinamento.

José Paulo: Eu falei pra manter, porque a maioria falou aí, a pública, nós não temos regulação nenhuma, viu, muito pelo contrário.

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Então essa política já foi definida, a administração não vai incentivar nenhuma demissão em massa dessa categoria. A intenção é que eles sejam rea-proveitados dentro de um tempo necessário em outras funções. Então, não existe nenhuma política de demissão em massa de cobrador. A questão do uso do viário exclusivo pelo taxista, seu José, isso é uma política pública, a gente não pode interferir. Então não faz parte do edital. O viário exclusivo é pra uso dos ônibus e outro tipo de veículo usar esse viário prioritário é uma política pública que não faz parte do edital. Elaine, com relação à questão dos portadores de necessidades especiais, o que você está me relatando aqui do serviço Atende, eu vou levar isso pro responsável lá da SPTrans que cuida desse serviço, realmente eu não tenho conhecimento do procedimento do operador. Mas a gente vai levar como uma reclamação, uma sugestão de melhoria do serviço.

Elaine: Sim, a gente avisa com antecedência o horário que vai chegar, tudo, mas sabe, são pessoas e pessoas... e as pessoas... Mas chega no local, ele não está preparado, o motorista não pode chamar, não pode buzinar, ele acaba indo embora, e a pessoa não viu que ele chegou.

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Na questão da frota acessível, a gente já está com 91% de frota acessível. Então a gente vai chegar aos 100% de acessibilidade sim.

Elaine: Tem uma má distribuição, uma coisa assim...

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Pode ser. Mas já tem 91% da frota já correndo, todos com acessibilidade. Bom, o Je-ferson Paiva, ele pediu, sugeriu aqui a questão da manutenção de ponto de ônibus pela empresa. Então, dentro que dentro daquela possibilidade das empresas assumirem a manutenção do pavimento do corredor, também assumir a questão da manutenção dos pontos. Então, como eu falei, essa questão do ponto ela não está sob a responsabilidade da SPTrans, quem faz a manutenção é uma outra empresa da prefeitura municipal. Então sobre isso a gente não pode... não é objeto do edital aqui.

Jeferson Paiva: Mas, deveria fazer, porque se vocês falar que tem um lugar que não tem segurança pra colocar pontos adequados com estrutura, só subir aqui em cima aqui, no Shopping Campo Limpo, seguindo a Santo Amaro, que ali tem um espaço do tamanho acho que desse auditório aqui.

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Não, uma coisa assim...

Jeferson Paiva: Pra colocar um ponto e eles não colocam, eles colocam só um pauzinho lá. Então deveria ser fiscalizado mais isso aí, entendeu? Se não é responsabilidade da São Paulo Transporte, eu acho que deveria ter uma fiscalização maior. Entendeu?

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: É no sentido bairro ou sentido centro?

Jeferson Paiva: É sentido centro. Sentido bairro está uma beleza, agora, sentido centro... E não é só aqui, chega lá no Capão Redondo é a mesma situação, a gente tem uns três ou quatro moradores aqui do Capão Redondo, tem ponto que dá pra você colocar uma estrutura enorme de ponto, de um abrigo pra pessoa ficar, mas a empresa Ótima não coloca, só coloca um pauzinho ali. Se você chegar ali pra cima da Henrique (incompreensível), ali em toda dá pra colocar - como que fala - o abrigo. Só tem um ponto, que é o ponto em frente ao mercado, o antigo Secadão, só ali. Você vai nos outros pontos, ali tem segurança pra colocar, e a empresa Ótima não coloca.

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Então a gente já anotou as indicações que você deu de endereço, a gente vai verificar e conversar com o pessoal lá, que define essa questão dos pontos e abrigos. Só a manutenção que não é da SPTrans. E o outro Jeferson também falou dessa questão dos pontos de

ônibus sem cobertura. Então isso a gente vai levar adiante. A questão da comunicação, só queria ressaltar, como a gente colocou aqui na apresentação, vai ter uma ação bem forte da SP-Trans na questão de usar tecnologias que permitam a gente ter uma comunicação melhor com o usuário. Que ele possa saber de tudo sobre a sua linha, seu ônibus, que tenha comunicação nos pontos de ônibus. A questão do Conselho Gestor também, a gente vai levar adiante como assunto de sugestão. E a questão de até hoje a gente ter ônibus diesel, então como o Shingai esclareceu, as metas aí de redução de poluentes vai levar com que a empresa invista em novas tecnologias. Só complementando, hoje, na frota só entra veículo que utiliza combustível Euro-5, motor Euro-5.

Paulo Cézar Shingai - SPTrans: O Euro-5, ele é cinco vezes menos poluente que o Euro-3, só pra complementar a informação.

Orador não identificado: Daqui a pouco vai ter Euro-6 também.

Orador não identificado: Positivo, estamos aguardando mais uns 7 anos aí.

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Gente, aqui a gente tem várias questões escritas sobre... muitas aqui falam da questão do cobrador a Sônia fala sobre a questão do cobrador,

Então essa questão do cobrador, a gente vai responder tudo isso formalmente, mas como eu disse, não existe nenhuma política de demissão em massa de cobrador. Então não existe essa política, isso aí já foi anunciado pela prefeitura. Esses profissionais eles vão ser qualificados e ser utilizados em outras funções dentro do sistema de transporte. Aqui o Joselito Alves, ele fala se a gente pode alinhar... podemos alinhar a licitação com os objetivos de desenvolvimento sustentável. Esse aqui, a gente vai, agradece a sugestão aqui, e vai levar pra análise da nossa Comissão de Licitação. A dona Elvira está fazendo aqui uma queixa de uma linha, a Mitsutani, que vai até o Terminal Capelinha, a questão de tirar essa linha...

Elvira: É que os moradores da comunidade (incompreensível) perguntam por que vão tirar a linha? Eu digo: não é do meu conhecimento. Por isso eu queria saber se vocês sabem alguma coisa. Porque jamais pode tirar aquela linha, foi uma luta da comunidade pra conseguir a linha. Tem dois Mitsutani, tem o que sobe a Estrada de Itapecerica e tem um outro Mitsutani que sobre a Sabino, e esse da Sabino não, gente...

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Dona Elvira, o seu endereço é o que a senhora colocou aqui?

Elvira: Avenida Sabino, 43.

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Então a gente vai levar lá, perguntar lá na área da SPTrans e responder pra senhora. Gente, olha, nós procuramos responder, dentro do nosso conhecimento aqui, todas as questões, tudo isso foi anotado, gravado. O pessoal que fez as suas sugestões por escrito, deixou aqui o endereço de contato, a gente vai responder formalmente. A gente queria ressaltar que isso não termina, esse processo. Então, agora a gente tem outra fase de soltar o edital e de vocês, dentro de um prazo razoável que a gente vai levar lá pro secretário, continuar dando sugestão, vendo aspectos mais específicos da linha de vocês, da região de vocês. A gente falou aqui muito de coisas gerais, mas quando sair o edital, vocês vão ter condição de ver aspectos específicos do interesse de vocês. Então a gente continua contando com vocês nesse processo, nós esperamos que tudo dê certo, que a gente consiga realmente mudar a cara do sistema de transporte de São Paulo, que é um grande sistema. Então, a gente não pode esquecer que é o maior do mundo, praticamente. Então são muitas variáveis, mas a gente está procurando fazer o melhor possível.

(Colocação fora do microfone)

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Você vai ter na fase certa. A gente é obrigado a fazer essa fase primeiro, pra depois soltar o edital.

Orador não identificado: Vamos esperar esse edital se vai sair mesmo.

Jeanete de Lazare Laginhas - SPTrans: Vai sim.

Orador não identificado: Já é cinco anos já, vai fazer aniversário já.

Oradora não identificada: Que a SPTrans fiscalize mais a periferia, viu.

Paulo Cézar Shingai - SPTrans: Com certeza. Pessoal, obrigado, agradecer a todos a participação imensa, inúmeras colaborações que serão todas encaminhadas à Comissão. Agradecer ao prefeito aqui, a acolhida, conseguiu lotar a sala, prefeito. Por favor, um abraço pro comandante Adelson pela presença aqui, muito obrigado.

(Colocação fora do microfone)

Paulo Cézar Shingai - SPTrans: Continue, é isso mesmo.

PREFEITURA REGIONAL CAPELA DO SOCORRO

(Falas sobrepostas)

João Batista de Santiago - Prefeito: Pessoal, boa noite a todos. Muito obrigado a todos pela presença. Obrigado ao Irineu, SPTrans, CET, Secretaria do Transporte, e aos colegas. Obrigado a todos. Vou fazer breve abertura, até porque eu fiz um compromisso há um mês atrás e vou ter que sair algum tempo depois. Por ora, eu gostaria de agradecer a presença. Bom, é um novo momento, em função de... de problemas do passado (incompreensível) e periodicamente (incompreensível) operação. E a ideia da Secretaria é (incompreensível). (incompreensível). Nosso transporte... Nosso sistema de transporte não está bom. Mas se estivesse bom não quer dizer que não deveríamos trabalhar e tentar melhorar, porque sempre é possível melhorar alguma coisa. (incompreensível) dessa reunião, nós queremos ouvi-los, receber sugestões, pra saber o que podemos fazer para melhorar. Por exemplo, falando em novo momento, em dinamismo, alguns de vocês sabem que estamos ainda entregando aqueles apartamentos do América do Sul. Acho que boa parte sabe do América do Sul. Bom, o América do Sul tem 1088 apartamentos. (incompreensível) 1088 apartamentos, e uma vez habitados, vamos ter alguma coisa perto de 5 mil famílias, ou 5 mil pessoas. 5 mil pessoas provocam um acréscimo, (incompreensível), pesada no sistema de transporte local. Então veja, do nada, quando nós pensávamos que tudo estava resolvido de alguma forma, apesar da falta (incompreensível) e seus problemas. E vamos pra uma situação pior, porque agora nós vamos ter que arrumar uma forma de transportar mais 5 mil pessoas lá pro nosso extremo, (incompreensível). Mais um pouquinho estamos na Ilha do Bororé. Então mais 5 mil pessoas. (incompreensível), mesmo que estivesse bom, nesse momento precisaríamos melhorar. Então, só com essa observação, eu encerro a minha fala e passo a palavra para o Irineu e seus colegas trabalharem em definitivo, com detalhe, com o tema. Obrigado a todos. (incompreensível). Obrigado.

Irineu: Boa noite a todos. Obrigado, agradecer aqui o prefeito João Batista de Santiago, nosso prefeito regional, que gentilmente nos acolheu aqui (incompreensível). ...a disponibilidade de vocês...

Oradora não identificada: Fala no microfone.

Irineu: Tá baixo o microfone.

Oradora não identificada: Tá. Agora sim.

Irineu: O tempo de vocês, a disponibilidade de vocês de vir aqui contribuir, né, nesse momento importante da administração pública. Eu queria também agradecer ao Marinho Vasconcelos, representando aqui (incompreensível). Paulo Sérgio também, representando aqui, assessor do Rodrigo Goulart. (incompreensível) assessor do vereador Ricardo Gomes. Obrigado pela presença. Robson (incompreensível) Lopes, presidente e diretor da Capela do Socorro (incompreensível). Obrigado pela presença. (incompreensível) Alves Freitas, sindicato dos motoristas. Obrigado. (incompreensível). Wednilson dos Santos, representando o presidente do CONSEG Grajaú. O senhor Renato (incompreensível), obrigado também pela presença. A presença

de todos. (incompreensível) também, representando a Associação do Jardim São Bernardo. Obrigado pela presença. O objetivo aqui é eu, no máximo 15 minutos, fazer uma breve apresentação (incompreensível) pros senhores, senhoras. Porque o objetivo aqui é ouvi-los, receber as sugestões, as críticas, as observações. Nós já fizemos uma audiência pública dia 1° de junho, no Instituto de Engenharia, com mais de 600 pessoas, mais de 170 perguntas. Não sei se algum dos senhores tiveram, teve a oportunidade de estar lá. (incompreensível). E aí surgiu nessa... nesse dia, um pedido pra que fosse... fizéssemos as audiências públicas regionais. Ontem nós estivemos em sete prefeituras regionais. Hoje estamos em 13 prefeituras regionais na zona Sul, e amanhã estaremos em mais 12 prefeituras da zona Leste, então, completando as 32 prefeituras regionais, levando esta apresentação no intuito de, com estas colaborações que nós vamos ouvir, que nós vamos anotar, nós vamos responder muitas delas, algumas nós teremos dúvidas, vamos responder posteriormente. Mas a ideia é que isso seja uma contribuição pra que a gente tenha no mês que vem, em julho, a gente coloque à disposição de vocês a minuta da licitação. Que também vai ficar aberta pra consulta, 45 dias, ou um prazo maior se necessário, pra que também haja nesta consulta, também, outras colaborações e outras sugestões. Eu queria também agradecer a equipe

meu lado direito, o (incompreensível), o Rafael que tá aqui na nossa equipe, assessoria de imprensa. A Fabiana, o Fausto também que (incompreensível). Enfim, todos os colaboradores (incompreensível) aqui na regional. (trecho incompreensível). O (incompreensível) representando (incompreensível). Obrigado pela presença. Então, só reforçando, esta é uma apresentação que trata de uma audiência regional das diretrizes da licitação do transporte público, conforme a lei 8.987/95 e a lei 8.666/93 que trata da licitação. O roteiro é uma abertura que já foi feita. A apresentação, 15 minutos. A abertura pra pergunta dos participantes. As perguntas podem ser oral ou escrita. Os senhores e as senhoras se sintam à vontade pra fazer da melhor forma. Vamos fazer a pergunta com no máximo 3 minutos. A audiência tá prevista das 18h30... (incompreensível) aí 10 minutos, 15 minutos. Começamos às 18h45 e o horário previsto às 20h00. Evidentemente, podemos estender caso tenhamos mais perguntas, mais participação. Não há problema nenhum. Vamos responder as perguntas, depois o encerramento. O motivo da licitação. Os contratos atuais com as empresas operadoras estão vencendo. Na verdade, venceram em 2013, quando terminou o período contratual de 10 anos. E de 2013 pra cá, tá sendo feito de forma emergencial. Essa administração já assinou o contrato emergencial em janeiro, a prorrogação, e assinará outro agora em julho, pra prorrogar por mais seis meses. Nós pretendemos que nesse segundo semestre, então, a gente consiga colocar a licitação em ordem com os operadores... com os futuros operadores que ganharão o processo. Pela legislação em vigor só podem ser feitos por meio da licitação, processo aberto, permitindo que várias empresas apresentem suas propostas pra operar na cidade. Estamos apresentando padrões e regras exigidos às novas contratações. Temos algumas mudanças aí, que eu vou apresentar mais à frente. O objetivo é a busca e a qualidade constante e a melhoria da prestação de serviços aos usuários. Como o nosso prefeito regional colocou, tem coisas boas que podem ser melhoradas, tem coisas que não estão boas, que precisam ser melhoradas e aprimoradas, visando o usuário do serviço público, do transporte público. As sugestões serão ben-vindas nessa audiência. E na fase da consulta pública. Teremos duas etapas. Agora, como eu falei, nesta audiência, e depois, na consulta pública, quando a gente tiver pronta a minuta da licitação. A revisão do processo passou pela revisão da rede de linhas pra atender melhor a população e distribuição de melhor... da capilaridade dos transportes da cidade. Enfim, evitar, muitas vezes vocês veem uma duplicidade de serviços de ônibus com pouca adesão, com pouca frequência. Uso dos combustíveis menos poluentes, com metas de redução de poluição da matriz energética. Ou seja, queremos ônibus cada vez mais limpos, até 100% deles limpos, pra melhorar a qualidade do ar que todos nós respiramos. Atualização das tecnologias dos veículos de controle operacional, vai ter um forte... a licitação prevê um forte investimento nos veículos, enquanto tecnologia, não só na gestão dos veículos, no controle, então... além do ar-condiciona-do, além do Wi-Fi, além da tomada UBS que alguns veículos têm. Ou seja, terá um forte investimento da (incompreensível). Quem ganhar, os operadores, na tecnologia embarcada no veículo. Revisão dos custos (incompreensível) índice de ponderação da remuneração e o prazo contratual de acordo com a legislação vigente. Adiante. Possibilidades. Além da operação dos ônibus, é possível que as empresas fiquem responsáveis pela manutenção dos pavimentos dos corredores. Ou seja, creio que havendo interesse de quem for operar o ônibus, e passar numa via que seja absolutamente... com pavimento que seja flexível, ou rígido, concreto ou asfalto, que ele seja em bom estado, pra que seus veículos, enfim, durem mais, tenham melhor desempenho. E a manutenção da rede aérea dos trólebus também fará parte da licitação, quem ganhar a operação da rede de trólebus. Então o objeto disso é a outorga, a autorização do serviço de transporte coletivo público municipal de passageiros. Esse é o grande objetivo. A concepção da rede dos serviços, então o atendimento à população visando a qualidade, eficiência e segurança, melhorar a mobilidade das pessoas na cidade de São Paulo. Esse é o objetivo da revisão da concepção da rede. Reorganizar as linhas de ônibus com base nos corredores, os terminais e estações de transferência existentes hoje. Com base no que existe hoje, nos 29 terminais, nas estações de transferências existentes, e nos corredores existentes. Nós estamos com conceito de oferta de lugares nos bairros, né. Não estamos preocupados com a quantidade de ônibus. Nós estamos preocupados a oferecer mais assentos. Mais lugares pras pessoas, né. E não necessariamente uma quantidade de ônibus pode gerar mais conforto. Tem um conceito aí diferente. O aumento da eficiência operacional nos corredores, e adequação da frota, tecnologia veicular ao serviço. Maior conforto e garantia de facilidade de uso aos usuários. Aperfeiçoar a comunicação e atendimento a usuários, e a redução da sobreposição dos serviços, muitas nos corredores de ônibus e no setor central. Ou seja, a concepção da rede vai levar em consideração todos esses itens. A conceituação e organização foi dividida a cidade de São Paulo ali, vocês veem, em 21 setores, que são centralidades da cidade, os subcentros regionais, considerados no planejamento e organização dos serviços. Ou seja, nós dividimos em 21 setores de atendimento. Os 21 setores foram agrupados em oito áreas operacionais e organizados em três grupos: o de distribuição, atendimento aos bairros. O estrutural, atendimento aos principais eixos e corredores, , dentro dos principais eixos e corredores. E a articulação regional entre os subcentros regionais. Ou seja, aqui tem uma mudança, uma nova... um novo conceito. Na verdade, serão três licitações, né. Da distribuição, estrutural e da articulação. Dentre os 21 setores agrupados em oito áreas operacionais. Conforme o mapa aí. O serviço Atende também, a remuneração do serviço deverá ser feita através de verbas orçamentárias e organizações específicas. O Atende é um capítulo à parte. Certo, Célia? O Atende, ele é uma outra licitação, né. Ontem, na Lapa, tivemos algumas observações de quem usa o Atende. A a preocupação de melhorar o serviço. Quer dizer, na Lapa, duas mães que estavam lá e filhos com necessidades especiais se preocuparam. Elogiaram muito o atendimento. Não sei se alguém aqui usa, mas elogiaram o atendimento, mas ficaram preocupados o que seria isso. O intuito é melhorar, né. Se tá bom, nós precisamos fazer um upgrade, melhorar ainda mais. Esses são os tipos de ônibus hoje, de frota acessível, nós temos veículos com capacidade de 41 pessoas até 194. Nós temos desde um mini ônibus, até o biarticulado, né. Temos o trólebus, que tem a mesma capacidade do Padron,

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terça-feira, 29 de agosto de 2017 às 03:16:14.