Diário Oficial do Município de São Paulo 29/08/2017 | DOMSP-SP

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João Lindolfo Filho: Agradecemos muitíssimo a contribuição do senhor Michel. Pode ter a certeza que todas as questões estão elencadas aí, estão gravadas e anotadas, e serão levadas em conta pra elaboração final do edital de licitação. Precisamos ouvir agora a senhora Márcia.

Márcia: Eu também não moro na Cidade Tiradentes, mas trabalho, e como sou gestora do CEU Inácio Monteiro, o meu pedido é a questão social na área da Educação. Se fosse colo-

fora, culturais, sejam elas esportivas, mas nós não temos o financeiro pra levar as crianças, e acabamos não levando para outras partes da cidade. Isso é muito importante pra nós. E outra, as identificações de CEUs, aonde fica na frente do ônibus, que fosse colocado quais ônibus, os ônibus que passam próximo aos CEUs, aos 48 CEUs, que tivessem essa identificação. Porque fica difícil pra nós, uma pessoa vai, você vai até o ponto, até os terminais, você fica perguntando: esse ônibus passa em tal lugar? Esse ônibus... Que tivesse essa identificação pra que ficasse melhor. Obrigada.

sua manifestação, pela sua contribuição, pode ter certeza que licitação. Precisamos ouvir agora o senhor Galdino, que tá aqui bem do meu lado, que já tinha algumas demandas pra levar. Senhor Galdino, por favor.

Galdino de Oliveira Teixeira: Boa noite a todos. Boa noite aqui discutir o assunto de transporte. É fácil ficar reclamando no ponto, mas quando chega as autoridades para fazer as reivindicações, era pra aparecer mais gente aqui, mas pelo menos as lideranças aqui, eu agradeço aqui. Eu sou Galdino, do Projeto Colibri, Associação em Defesa das Pessoas Deficientes (incompreensível). Faço um trabalho junto ao Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência e junto à Secretaria também. Primeiramente, eu gostaria que levasse, a mesa levasse, acho que todos os operadores, qualificar, capacitar os operadores no

palmente. Olhar com muita atenção, a maioria dos elevadores com defeitos. E gostaria, senhor Levi Oliveira, independente da licitação, mas se está tendo muitos ônibus com a porta 1,20, quanto a gente precisa (incompreensível) os operadores ia pegar gente pelo braço, hoje esses carros ainda estão operando. Eu acho que esses carros já têm mais de 10 anos, e o nosso elevador (incompreensível). Então, eu gostaria que olhasse com carinho esses carros, se eles podem sair um pouquinho de operação, e entrar um carro mais, independente da licitação. Que inclusive eles estão dão muito problema de manutenção, a empresa às vezes até quer aproveitar esses carros pra que (incompreensível), mas só que a manutenção sai mais cara, né. E pensando no que já foi falado aqui, nós tínhamos linhas circulares aqui dentro da Cidade Tiradentes, lógico que era gratuita. Nós não queremos gratuita, pensar apenas numa linha circular que atenda toda a Tiradentes, tem o centro cultural... nós temos uma linha aqui que foi duro de tratar com ela, a 4017, ela faz quase todas as unidades de saúde e atende o centro cultural, e o pessoal já tá... Cidade Tiradentes pra ir ao centro cultural tinha que pegar duas condução. Então, essa 4017, pedimos que mantenha essa linha que tá atendendo o centro cultural e todas as unidades básicas de saúde Cidade Tiradentes e Inácio Monteiro. Muito obrigado.

João Lindolfo Filho: Muitíssimo grato, senhor Galdino, por essa manifestação, e pode ter certeza que tudo será levado em conta quando da elaboração do texto final da licitação. Precisamos ouvir agora o senhor Francisco.

Francisco: Boa noite a todos, boa noite a todas. Boa noite à mesa. Eu também sou representante sindical, represento os condutores de São Paulo, estamos aqui três diretores hoje, mais o pessoal que trouxemos também. E como o nosso diretor executivo falou ali, faço minhas as palavras dele já de antemão, e toda vez, realmente, toda licitação é a mesma coisa. É a mesma coisa. É a mesma coisa. O que nós gostaríamos que fosse mudado? O tempo, o tempo, que fosse menos tempo, 20 anos é muita coisa. 20 anos é muita coisa. Você vê, as empresas que estão aí hoje elas sucateiam, elas não trocam os carros, elas rodam com os carros vencidos, entendeu? E nós, como diretores, a gente, o que a gente faz? A gente corre atrás de tudo isso, a gente tenta defender o trabalhador, a gente corre atrás de tudo por isso. O que mais que gostaríamos que fosse feito nessa licitação? Que fosse, que não fosse só os três, só os três que estivessem aí que comandasse a situação, que comandasse o transporte público de São Paulo. Que viessem mais empresas de fora, e tivesse mais, como é que eu posso falar? Que tivesse mais representações de, poderia ser até de Argentina, poderia ser de outros países, Japão, mas que tivessem outros também que participassem dessa licitação, não somente os que já se encontram aí. Os que se encontram aí, o que eles querem fazer? Eles querem somente sugar, eles sugam, sugam, sugam, e não dá nada de volta, não dá nada de volta que possa... Então, o que a gente vê? É muitos carros sucateados, vocês também veem que, todos nós enxergamos. Certo? É carro sucateado, não querem gastar, certo? Então, é isso que a gente gostaria, que fosse realmente, realmente fosse feita uma licitação que fosse bom pra todos. Fosse bom pra todos. Tanto pro sindicato, pra população, para os empresários, que aí eles iam aprendem a investir mais, porque hoje eles investem sim, mas na marra, na marra, com medo de perder, entendeu? E a gente gostaria que isso mudasse. E isso daí, tá ok? Obrigado. Boa noite a todos.

João Lindolfo Filho: Senhor Francisco, muito obrigado pela sua contribuição, pode ter certeza que tá tudo elencado e será levado em conta quando da elaboração do texto final da licitação. Precisamos ouvir seu Avelásio. A partir desse momento nós encerramos as inscrições das pessoas que vão se manifestar oralmente, mas por via escrita está aberto, pode até o fim estar mandando suas contribuições, suas sugestões, suas informações. Senhor Avelásio não vai usar o microfone.

Avelásio: Pessoal, boa noite. Boa noite mesa. É o seguinte, (incompreensível) sindicato, respeito muito a pessoa dele, só que é o seguinte, eu moro na Rua General Garcia, moro há 33 anos aqui na Cidade Tiradentes, não é 33 dias, nem 33 minutos, é muitos anos. E aí você tem as peruas de lotação aqui dentro que já usa na parte da manhã, não no horário de pico, mas depois de 9 horas em diante, já não tem cobrador, na parte da tarde também não tem cobrador, aí só de noite que tem cobrador nas linhas de ônibus. É só no Inácio Monteiro e no Barro Branco, e no Sítio Conceição, tá assim, todas as peruas sem cobrador. Isso é uma vergonha. É uma vergonha. Cadê o trabalho do trabalhador? Quer dizer, o trabalhador trabalha só meio período? Cadê a fiscalização? Eu quero que vocês da SPTrans falem exatamente a questão da fiscalização. Tem que corrigir essa falha, que é uma falha grave, que isso daí o trabalhador tá sofrendo. Eu vejo lá. E outra coisa, os pessoal não tem registro em carteira, o pessoal não tem, são um pessoal contratado na hora lá, fichado, não tem registro, não tem nada disso. Outra coisa, aqui, olha, nosso prefeito regional, que eu conheço há muitos anos, vocês sabem o dia que nós passamos. Foi feito uma promessa, e promessa é dívida, que o Terminal 65, e lá também os cobradores não têm qualidade de vida. Os cobradores não têm qualidade de vida. O motorista termina a viagem, não tem banheiro lá. Não tem banheiro. Não tem banheiro. Então, gente, estou chamando essa atenção, nós temos que contribuir, mas temos que olhar também a verdade. Nós queremos um ônibus aqui com qualidade, pra dar qualidade de vida ao morador, aqui não é um bairro dormitório, aqui é uma cidade. A nossa cidade (incompreensível). Muito obrigado.

João Lindolfo Filho: Agradecendo muitíssimo a manifestação do seu Avelásio, pode ter certeza que vai ser levado em

conta pra elaboração do texto final da licitação. E, seu Avelásio, o senhor realmente não precisava de microfone, hein. Precisamos ouvir agora o seu Severino. Por gentileza.

Severino: Boa noite a todos. Boa noite à mesa. Eu acho que aqui está quase que todas as lideranças, todos nós sabemos dos problemas aqui, do dia a dia. Eu vou falar bem pouquinho, tá, uma coisinha bem... Eu represento os passageiros, sou presidente da Associação dos Passageiros de Transporte Coletivo

que cancelou a linha que já estava aprovada no Bandeirante, já estava aprovada, já tinha até data de inaugurar a linha, e essa pessoa passou a caneta lá e cancelou a linha. Bandeirante. Reclamação: Souza Ramos tem quase 600 metros de um ponto de ônibus no pro outro. Pode ir lá agora, Souza Ramos. A linha 312 N, Carrão. Então, precisa corrigir aquilo ali, colocar um ônibus no 601, por ali, pra melhorar um pouco. O problema que o Avelásio falou, eu tenho mais de 40 ofícios aqui na prefeitura, não é só (incompreensível) não, desde o coronel, de outro e de outro, sobre os banheiros, (incompreensível) eu tenho cópia

que eu fiz foi à chefe de gabinete ali, referente aos cachorros mais. Melhorou um pouquinho, os cachorros começou a atacar de novo, tá mordendo todo mundo. Mas não é um terminal só, é em todos os terminal, São Mateus, Carrão, é no geral. Então, eu acho que a SPTrans agora tem que levar a sério essa situa-

no geral. E o que o Avelásio falou é mais do que a verdade, tá, eu acho que é importante pra muitos aqui de vocês, porque tem muita gente pra falar, e se eu for falar vai atrapalhar muitas pessoas. Mas vou aproveitar e falar uma coisinha da Linha 3077, que (incompreensível), que era São Mateus-Laranjeira. Tiraram essa linha (incompreensível) com a gente, porque não tinha mais condição dela ficar dentro do terminal São Mateus. Aí fizeram uma circular, ela sai de trás da padaria Rainha ali, e vai até o (incompreensível), mas com uma negociação, que

faz 4 anos e o ônibus não voltou. E nós (incompreensível) 3077, a intervenção, São Mateus, tá? E isso a reivindicação nossa (incompreensível). Eu acho que...

Fernanda Galdino: Qual a sugestão que o senhor teria para os cachorros do terminal?

Severino: Bom, eu acho que vocês aí, vocês aí dos órgãos competentes, vocês que tem uma fiscalização mais séria. Que o negócio do cachorro é o amor que ele tem ao dono e o dono vem trabalhar e ele vem na cola, e aí quando não leva esse cachorro de volta, como é que faz? Como é que faz? O problema é esse aí. Que o animal vem com amor ao dono e o dono pega o ônibus e ele fica. É uma situação muito difícil de se resolver, mas tem que ser resolvido. De alguma forma tem que ser resolvido, né.

Fernanda Galdino: Nós aceitamos sugestão.

Severino: Eu vou já me despedir porque tem muita gente pra falar, tá, mas... Eu não vou falar não, vou fazer por escrito, mandar pro subprefeito aí, tá bom?

João Lindolfo Filho: Senhor Severino, muito obrigado pela sua contribuição, e pode ter certeza que tudo foi anotado e vai ser levado em conta quando da elaboração do texto final da licitação. E aquilo que o senhor não falou e quiser pode escrever pode mandar pra mesa que... Senhora Naldeci. Senhora Naldeci.

Naldeci: Primeiro, boa noite a todos. Eu tenho uma reivindicação pra fazer e também queria reiterar a reclamação do senhor Michel, que falou do CEU Inácio Monteiro, sobre a identificação, que eu também moro lá, próximo do CEU Inácio Monteiro, a indicação dos pontos também que tem... culturais, aqui na Cidade Tiradentes. Por exemplo, ali na Fábrica de Cultura mesmo a gente tem a dificuldade que a única linha que passa lá, que é a 3751, que também vai pra Inácio Monteiro... desculpa, pra Prestes Maia, também não tá escrito nem CEU e nem a Fábrica de Cultura. E os outros pontos também aqui, que tem na Cidade Tiradentes. Uma outra coisa também, eu moro lá na Vila Hortência, região de baixo da Vila Hortência, mas a região da Prestes Maia, nós não temos transporte lá. Nós temos uma linha de ônibus, não é verdade, gente, vocês que são de lá? Que é a 3751, que é uma linha só. Aí tiraram o 3059, que era o Terminal São Mateus, que ia pra Vila Iolanda, tiraram também o 3407, depois tiraram a Linha Penha, depois agora tiraram o Parque Dom Pedro, que levaram lá acho que pro Inácio Monteiro, acho que ainda passa lá, sobre e desce. E no sábado e domingo não temos transporte, porque a 3025 tem duas na linha no domingo, e no sábado acho que tem três. Então eu fico esperando ela muito tempo, né. E quem depende dela pra ir pra Guaianazes, por exemplo? É muito difícil, gente. Então, olhem no Prestes Maia porque o Prestes Maia é mais velho que a Cidade Tiradentes, as pessoas lá já têm, quem tem menos idade, que mora lá desde o começo, tem 70 anos, (incompreensível) lá com 30 anos, que lá tem mais de 40, quase 50 anos, então as pessoas reivindicam muito transporte. Eles lutaram tanto pra ter o transporte, quando eles conseguiram, tiraram, levaram pro Inácio Monteiro, levaram pro Juscelino, então nós ficamos sem transporte lá. E o que eu ia falar também, a linha 3407, essa linha é a que nós mais solicitamos que volte pra lá, porque nós não temos linha que vá pro Parque Dom Pedro lá, tiraram a linha de lá. E se possível colocar também a identificação dos pontos da Tiradentes. Uma linha também que o seu Galdino falou, que é a 4019, da Saúde, então essa também foi tirada daqui. Tem que ter um transporte também circular dentro da Cidade Tiradentes, porque pra mim chegar no hospital eu pego duas conduções, aí se eu vim pro terminal 11 horas da noite e for pra minha casa, não tem mais condução, porque o 312, o último daqui sai 11h15 pra ir lá pro Prestes Maia. Nós não temos transporte. Se eu chegar no hospital 11 horas da noite, se eu não tiver dinheiro pra pagar um Uber, que hoje existe, que antes não existia, então eu não chego em casa. É importante essa questão do hospital, de ter a linha, porque lá tem muitos idosos e a gente precisa chegar no local, tá bom? Muito obrigada.

João Lindolfo Filho - SPTrans: Senhora Naldeci, muito obrigada pela sua contribuição, e tenha a certeza que tudo está elencado e vai ser levado em conta quando da elaboração do texto final da licitação. Podemos ouvir agora o senhor Caique.

Caique: Boa noite. Eu sou o Caique, morador da Cidade Tiradentes. Gostaria de perguntar se ainda vai ser levado em consideração a Rede Domingo, que havia sido proposta na gestão Haddad, linhas com a mesma característica do noturno, só que para os domingos, já que a gente tem uma deficiência muito grande não só na Cidade Tiradentes, mas na capital inteira, de ônibus aos domingo, inicialmente nos parques, de algumas linhas que antes iam pro Parque Dom Pedro ao domingos opera até o final Vila Carrão, até a estação Bresser, e a gente aqui da região é muito carente de transporte do centro, principalmente aos fins de semana, né. A expansão do noturno também, nós precisamos aqui de uma linha aqui pro Souza Ramos, pra cá pra cima, à noite. Todas as regiões aqui foram atendidas, algumas ainda com algumas deficiências, mas o Souza Ramos e o Pedra Branca ficou sem nenhuma linha, e a 4092 opera até um determinado horário, mas após esse horário a gente fica sem linha. E tem a questão de segurança também, já que é uma área bem esquecida, digamos assim, do bairro, né. Também sobre o seccionamento das linhas, ao que dá a entender a São Paulo Transportes seccionou diversas linhas na região e não levou em consideração que nós não temos corredores, porque nós temos hoje somente a 4313 e a 407N como linhas troncais pro centro, e foram tiradas. Tanto as linhas Inácio Monteiro do Prestes Maia, o nosso Princesa Isabel, que era uma linha que pra gente era fundamental, foi nos tirada também, (incompreensível) somente duas linhas. E nós não temos corredores. Até a linha que passa na Dom Pedro via Sapopemba tiraram da gente, e a gente

precisa de um corredor de ônibus, que aqui o proposto, que é o São Mateus-Itaim passando por aqui. E prolongar, até prolongar a 3539, do metrô Bresser até o Princesa, é só subir o Viaduto Bresser e seguir pela Celso Garcia, já que a gente ficou deficiente dessa linha, e muitos moradores trabalham justamente pra descer na Avenida Ipiranga, né. E rever também a próprias linhas que foram extintas da Novo Horizonte, já que como a empresa não tinha frota pra operar, nós ficamos deficientes

hoje, desde que foi feito aquele bairro lá, há mais de 100 anos, não tem uma linha pro centro, todos os moradores do Jardim Iguatemi dependem das linhas da Cidade Tiradentes, 3a Divisão. Só a única linha, que é o 3a Divisão-Carrão. Então fica deficiente pra lá. A única linha que opera lá é o metrô Penha, que opera até 8 horas da manhã, depois disso passa (incompreensível) Tiradentes, e já passa lotado, né. E pra finalizar, tem a questão da remuneração das redes cooperativas. Não ficou claro como vai ser a remuneração na parte ambiental, já que elas vão ter que investir em tecnologias limpas, tecnologias sustentáveis, e

porque já houve uma tentativa na zona sul com a Mobibrasil, projeto, os veículos foram abandonados, vieram pra Express convertido à diesel, e estão operando, além disso, veículos antigos, sucateados, a diesel, e as cooperativas não... às vezes cooperativas não têm uma garantia de como elas vão incorporar, e

consigam acompanhar as novas tecnologias.

João Lindolfo Filho: Agradecemos muitíssimo a manifestação do senhor Caique. E o senhor pode ter certeza, senhor Caique, de que tudo está elencado e vai ser levado em conta quando da elaboração do texto final da licitação. Precisamos ouvir agora a senhora Gislaine.

Gislaine: Boa noite a todos. Boa noite à mesa. Meu nome é Gislaine, mais conhecida como Gi dos Condutores. Eu sou moradora da Cidade Tiradentes há 32 anos, e quero falar aqui pros é uma cidade carente, e é uma cidade carente, bem entendido. E os ônibus estão precários, né. Aí você chega nos Jardins, os ônibus são maravilhosos, não quebram, não tem problema nenhum, que é o pessoal que usa veículos pra... de carros pra se locomover pela cidade. A Cidade Linda, pra mim, tá sendo do 13 de Maio pra lá, aqui por enquanto eu não tô vendo nada lindo. Tiram linha de ônibus, o pessoal da 81, que não dão nem satisfação. Hoje em dia a gente tem que pegar um circular, descer no terminal, encarar outra fila pra poder pegar ônibus pra ir pro Parque Dom Pedro, pegar outro ônibus pra ir pra outra região cen... do centro pra trabalhar. Outra pergunta que eu gostaria de fazer, é que no edital foi dito que vão diminuir a frota. Então, eu quero saber qual é a mágica que vai ser feita pra os motoristas também não ficarem desempregados? Porque além dos cobradores vai ter o desemprego dos motoristas. E a outra pergunta é como que os motoristas vão parar o ônibus num ponto e embarcar um cadeirante sem o cobrador? É isso que eu tenho a dizer.

João Lindolfo Filho: Muito obrigado, senhora Gislaine, pela sua manifestação. E a partir do momento que terminamos as perguntas orais, as perguntas por escrito podem continuar a ser feitas, nós passamos agora para o momento das respostas. Evidente é que essa mesa não tem condições de responder a todas as questões, aquelas questões que a mesa não responder serão encaminhadas e os donos dessas perguntas receberão no seu e-mail, ou no seu endereço receberão a resposta. Não vai ficar questão alguma sem resposta, tá bom? Então, ou a mesa responde, o que a mesa não responder a pessoa vai receber posteriormente. E muito obrigado pela colaboração de cada um. E temos a certeza que estamos diante de pessoas, que cada uma aqui não representa só a si próprio, mas representa a toda uma comunidade. Então, ainda é mais fundamental e importante, uma vez que a SPTrans não tem olhos pra cidade toda, ainda é mais fundamental importância o olhar sensível dos senhores para nós executarmos o nosso trabalho. Muito obrigado. E agora passamos pro momento das respostas.

Orador não identificado: Só fazer uma pergunta pro nosso prefeito regional, ele vai passar pra vocês a quantidade de pessoas que vai chegar na Tiradentes. Então, ele vai falar pra SPTrans. Com licença. Senhor Oziel, o senhor tem conhecimento que na Paulistinha acho que tem umas oito torres de 20 andares. Gostaria que depois o senhor respondesse pra SPTrans a demanda que vai chegar lá da Paulistinha, e a possibilidade de aumentar, que só tem uma perua lá. Muito obrigado.

João Lindolfo Filho: Bom, agora passamos pro momento das respostas do nosso diretor de planejamento, o Levi, que vai proceder a partir de agora.

Levi dos Santos Oliveira - SPTrans: Boa noite a todos. Agradeço aí a colaboração de todos que se manifestaram com dúvidas, com perguntas, com sugestões. Teve colocações aqui diretamente na questão aí, na formulação do Decreto... do Decreto não, do processo licitatório, e teve assim algumas demandas pontuais. Todas essas questões nós vamos estar comentando e vamos dar o encaminhamento. Eu vou estar respondendo aqui, na mesma, ordem em que foram faladas. O Ângelo, da Cidade Tiradentes, ele faz o seguinte questionamento: como será o pagamento no aspecto de remuneração. Se prevê o pagamento, como que é feito a questão das linhas? As linhas elas têm uma ordem de serviço, nessa ordem de serviço tem a frota que tem que ser utilizada e tem as quantidades de partidas que tem que dar uma determinada linha, e essa linha tem o percurso a ser seguido. Quando se... e essa linha pra ser operada, conforme foi especificada no anexo a ordem de serviço, ela tem um custo, e pra receber o custo tem todas as ponderações. Então, é o monitoramento que vai ser a principal ferramenta dessa tecnologia, verificar se de fato tudo aquilo que está especificado pra ser operado no serviço, do atendimento à população, se está sendo cumprido. Então vai ser utilizado ferramentas do aspecto de tecnologia. E uma outra colocação, ele perguntou: ainda será exigido da mesma forma que foi tratado na gestão passada, a questão de Sociedade de Propósito Específico? Tem duas possibilidades quando se trata a questão da licitação, pode ser através de uma Sociedade de Propósito Específico, também pode ser uma questão de empresas consorciadas, que a forma que naturalmente é praticada hoje. Está ainda em discussão se vai permanecer a questão da Sociedade de Propósito Especifico, está em discussão se vai permitir também através de consórcio, está se discutindo se vai ter a possibilidade de ter os dois, tanto a SPE como o consórcio, e está em discussão na elaboração da minuta que vai ser publicada em julho. E perguntou se ainda vai continuar a questão estrutural, regional de distribuição. Assim como foi colocado na apresentação, o modelo das unidades de planejamento em 28 setores, agrupados nas oito áreas operacionais, serão de fato distribuídos nesses três níveis: regional, estrutural e de distribuição. O Carlos, o Carlão dos condutores, Cidade Tiradentes, ele enfatizou que toda licitação é a mesma coisa, se as linhas serão licitadas sem os cobradores, enfatizou que Cidade Tiradentes não deve ser tratada como Cohab, e se vai ter algum diferencial na licitação. Primeiro, a licitação das linhas de ônibus, na planilha de custos está contemplado os dois elementos da tripulação, ou seja, o motorista e o cobrador. Está contemplado. Toda licitação é a mesma coisa? A licitação, ela, nós por parte da prefeitura estamos cumprindo tudo que está na orientação da lei, e tem a oportunidade de todas as empresas do Brasil participar. Se tiver alguma empresa internacional que queira participar, ela tem que constituir empresa aqui no Brasil para poder participar do processo licitatório. É uma concorrência pública, está aberta, então todas as empresas que tiverem desejo e atenderem à questão de capacitação técnica e as garantias financeiras, elas... e atendendo tudo o que está

regido na lei, todos têm o direito e a liberdade de participar. O Michel falou que não é morador, e não se pensa o transporte para evento cultural nos finais de semana, na questão do lazer, comentou aqui sobre o valor da tarifa de R$ 3,80, que é uma tarifa cara, comentou também de eventos da Secretaria de Cultura, e que tem que ser pensado a questão do transporte coletivo principalmente nos finais de semana, pra atender os pontos culturais, linhas especiais. Vou fazer duas colocações

de esporte, lazer, cultural, existe uma dinâmica que a SPTrans tem junto com a Secretaria de Cultura, e que, de fato, muitos eventos existem linhas especiais, existem linhas pra levar a população em eventos diferenciados, a exemplo até quando tem eventos no Parque do Carmo, um tempo atrás tinha até shows, e de fato a gente promovia linhas diferenciadas pra atender essas demandas específicas. Sendo bem específico em relação à Cidade Tiradentes, não há impedimento algum que quando tem um evento que vai ter um atrativo, de a própria Secretaria de Cultura solicitar pra esse evento uma linha especial pra um

entre a Secretaria de Mobilidade e Transportes e a Secretaria questão de atendimentos ocasionais ou eventuais que forem necessários. A Márcia, que não é moradora, é gestora do CEU Inácio Monteiro, então ela diz: os ônibus pra atender os alunos de educação, tem a questão dos 48 CEUs que requer uma

determinada linha atende algum CEU. Eu lembro que quando foi começando o processo de inauguração dos CEUs muitas linhas de fato tinham no para-brisa a indicação dizendo: olha, essa linha é via CEU Ribeiro, via CEU Rubi, via CEU Rosa Castilho, então, dentre muitos outros. Essa questão aqui, nós temos aqui na mesa, aqui, o analista da área de planejamento, seria interessante vocês elencar qual de fato a necessidade de quais linhas, qual específica, depois pode até no particular ou após a reunião conversar com o João, e nós faremos uma avaliação e

Orador não identificado: Só uma observação, só tem uma linha lá, as outras tiraram, tá. Só tem uma mesmo.

Levi dos Santos Oliveira - SPTrans: Não, tudo bem, mas aí a gente vê a possibilidade de atender a comunicação visual dos coletivos e colocar essa informação no para-brisa. O Galdino, ele entrou na questão do treinamento, na questão do embarque do deficiente, muitos ônibus com porta de 1,20 metro, carros com mais de dez anos, independente da licitação teria que rever, e linha circular Tiradentes e manter a 4017. Como eu falei no início, parte, 40% do sistema da cidade de São Paulo já há algum tempo está operando com contrato emergencial. E o ano que vem o sistema estrutural ele vence o contrato e ele já está no período de prorrogação, em atendimento à legislação. Quando uma empresa tá em contrato emergencial com a prefeitura e ela vai por algum motivo comprar, ou suprir as necessidades de manutenção e até negociar a compra de carros novos, ela tem que ter uma garantia. E hoje, em função do contrato emergencial, tem uma dificuldade enorme das empresas, porque ela chega numa encarroçadora e ela, a empresa que vai vender o ônibus fala: mas qual é a garantia que você me dá pra eu financiar esse veículo pra você? Ele apresenta um contrato emergencial. Aí ele olha: mas vocês só têm mais três meses de contrato, vocês só têm mais cinco, e qual é a garantia que esse contrato será renovado? Então, nós estamos vivendo na questão do transporte coletivo que o grande desafio é fazer essa licitação. Já vem tentando desde 2013, é um processo que é conduzido pela prefeitura, no caso a Secretaria de Mobilidade e Transporte, mas também que ela não tem uma autonomia pra conduzir o processo, mesmo em atendimento a todas as exigências legais, porque existe questionamento do Ministério Público, existe questionamento do Tribunal de Contas do Município, e por isso algumas empresas têm essa dificuldade aí na questão da renovação da frota. O Francisco, representante sindical, reitera a palavra do Carlos, e ele fala a questão que 20 anos é muita coisa. No início eu falei que se a licitação, se o edital fosse lançado hoje nós teríamos que lançar o edital conforme a lei orienta. Hoje a lei é 20 anos. É noticiado na imprensa a questão desse prazo, com sugestões e alteração do prazo por um prazo menor, isso que está em discussão. É um elemento, uma discussão que a SPTrans e a Secretaria não tem tanta participação, porque é questão de leis que são votadas. E o prazo, enfim, nós vamos estabelecer o prazo que a lei tiver recomendado no momento em que for lançado a minuta. E que tivesse mais empresas de fora, e hoje tem muitos carros sucateados. E a sugestão que tivesse mais empresas de fora é aquela questão... é uma licitação que está em aberto e todas as empresas que quiserem participar e que atender todas as exigências legais elas podem participar. O Avelásio, 33 anos na Tiradentes, todas as peruas com cobradores, tem que corrigir, o terminal (incompreensível) Metalúrgico não tem banheiro, queremos ônibus com qualidade. Eu quero passar uma informação pra vocês, que a Secretaria de Mobilidade e Transportes, ela já foi procurada pelo prefeito regional da Cidade Tiradentes, o Oziel, já foi feita reunião lá na própria Secretaria em relação a situação do Terminal Metalúrgico como sugestões, já ocorreu vistoria por parte de um representante da São Paulo Transportes, o representante da prefeitura regional, e de fato está se buscando uma melhoria no aspecto aí até de reurbanização do local, e com vistas também na melhoria nas condições dos motoristas, cobradores, fiscais, e até da população local que se utiliza do local, ter uma infraestrutura mais adequada para aguardar o ônibus. E esse processo continua em análise, e nós, se eu não me engano, semana que vem temos até uma reunião pra tratarmos desse assunto. O Severino citou a questão de Souza Ramos, 600 metros sem ponto de ônibus, é uma questão específica, se posteriormente ele puder passar os detalhes pro João Lindolfo, nós temos uma área na SPTrans que trata a questão de pontos e abrigos. A SPTrans hoje, ela é a responsável pela indicação de onde se coloca o ponto, onde tira, qual é o tipo de equipamento, e todas essas propostas é encaminhada à SP Obras, que é a gestora do contrato junto à (incompreensível). Então, a análise em relação à parada de fato cabe a SPTrans, e essas distorções que são apresentadas aqui queremos corrigir, mas aí nós precisamos de mais uma riqueza de detalhes para que quando o técnico for analisar, ele analisa com todas as clarezas para que seja feita uma proposta que mais se encaixa aí no atendimento à população.

Avelásio: Levi, primeiro parabéns pela sua...

Levi dos Santos Oliveira - SPTrans: Eu posso terminar?

Avelásio: Você não respondeu à pergunta, que é a questão de ter fiscalização lá nos micro-ônibus do Inácio Monteiro, que você falou que... é sua competência essa área aí de fiscalização, que anda sem cobrador na parte da manhã e na parte da tarde. Só responde isso aí fazendo um favor.

João Lindolfo Filho: Deixa só concluir aqui o senhor tem a palavra.

Orador não identificado: Tá bom, mas tava dentro da palavra, ele respondeu só uma questão.

Levi dos Santos Oliveira - SPTrans: Já vou responder. Vamos lá, todas as peruas sem cobrador têm que corrigir, do período da manhã e da tarde. Nós vamos levar essa demanda interna lá pra SPTrans, a SPTrans também, nós temos uma área que trata a questão da gestão de contrato e também trata a questão operacional, que é a Diretoria de Operações. Desculpa de não ter mencionado, mas está aqui registrado, desculpa pelo lapso aí, não ter entrado nesse detalhe aí. O Severino também entrou na questão dos cachorros dentro do terminal e da linha 3077 ficar dentro do Terminal São Mateus. O Terminal São Mateus tem uma particularidade, que o Ministério Público do Estado de São Paulo ele, um dos promotores ele entrou com uma ação

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terça-feira, 29 de agosto de 2017 às 03:18:40.