Diário Oficial do Município de São Paulo 29/08/2017 | DOMSP-SP

Padrão

em relação a atendimento aqui. Por último, senhor Ezequias, eu não tenho nenhum problema em ler o ofício e a gente comentar se for de sua predileção. Está certo? A gente veio aqui pra ouvir, e eu gostaria de ler, pra que todo mundo soubesse todas as questões que foram colocadas pelo senhor. O senhor tem alguma objeção?

Ezequias: (colocação fora do microfone) oficio justamente pra (incompreensível). Eu sei que tgem sempre gente querendo falar e o tempo é curto. Tem mais assunto.

José Carlos Martinelli - SPTrans: Então vamos fazer o seguinte. Vamos continuar, e ao final, a gente lê o seu ofício. Está bom?

Ezequias: Tá bom.

José Carlos Martinelli - SPTrans: Obrigado.

(Colocação fora do microfone)

Eremias: Boa noite para todo mundo. Eu sou aqui do Jardim (incompreensível). A gente tá precisando de uma condução pra ter direto, pra subir na nossa rua. A gente (incompreensível) lá. A maior parte dos morador, pessoa de idade, tá (incompreensível) muita falta da avenida, a pessoa sai pra ir pegar ônibus lá embaixo, é assaltada. Então (incompreensível) gente tem essa linha (incompreensível) Princesa. Quando vai pra lá, já não tem nem condições da pessoa pegar ele. E pra subir a nossa rua, só tem no horário de pico, só. Não tá dando pra atender a população nossa. Muito obrigado.

José Carlos Martinelli - SPTrans: Qual o nome do senhor? Eremias: Eremias.

José Carlos Martinelli - SPTrans: Qual que é a região? Eremias: Bairro Jardim dos Francos.

Oradora não identificada: É o CDHU.

Orador não identificado: Boa noite. (trecho incompreensível) até pouco tempo atrás (treco incompreensível). Eu participei ativamente (trecho incompreensível) sistema noturno. (incompreensível) alguns pontos que eu acho importantes, não só pra região, mas pra o sistema como um todo. Primeiro ponto (incompreensível) a gestão atual de acabar com (incompreensível) e, na prática, o fim do bilhete mensal, (incompreensível)

mensal. Certo? Pessoas como eu, que volta (incompreensível) de madrugada (incompreensível) durante o dia (incompreensível) 10 viagens (incompreensível). Certo? Quando foi criada (incompreensível) eu passei a economizar R$ 100,00 por mês de ônibus. Eu comecei a gastar menos. E agora acabou. (incompreensível) gastar mais, porque 10 viagens pra mim não dá, (incompreensível) grande para os usuários. No bilhete mensal utilizava (incompreensível). É um absurdo o que fez, atualmente, a gestão de acabar com o bilhete mensal (incompreensível). (trecho incompreensível). E voltar com o semanal também, quem usa o mensal usa o semanal. Quando ele não tem dinheiro pra carregar o mensal, ele carrega no semanal. (trecho incompreensível). A outra coisa que eu queria colocar é o seguinte, quando a gente vai pensar no novo sistema de linhas, (incompreensível) o usuário comum, ele não entende o que vai ser mudado. Ele entende se você falar: a linha dele vai acabar. Aí ele vai vir aqui, vai ficar brigando pela linha. Mas o usuário de São Paulo nunca foi educado a olhar pros ônibus de São Paulo como um sistema. Ele olha como a linha que passa na porta da casa dele e que (incompreensível). Eu, há um tempo atrás, aprendi a usar a rede de ônibus como um sistema. (incompreensível). Porque eu pego 6 ônibus pra chegar mais rápido no local, porque eu sei exatamente que linhas passa mais rápido e aonde. Certo? Então uso (incompreensível) como sistema. O usuário comum não faz isso. (incompreensível). Então o que acontece? A gente vai criar um novo sistema de ônibus (incompreensível), você tem que, primeiro, comunicar os usuários (incompreensível) forma acessível. (incompreensível), por exemplo, aqui na região da Cacho-eirinha (incompreensível), falar: olha, essas linhas que passam aqui, elas passarão a operar de tal forma, com esses intervalos, você vai conseguir chegar mais rápido no destino usando dessa forma. Porque (trecho incompreensível) vira um caos a cidade. Certo? (incompreensível). Então a comunicação desse sistema vai ser bem-vinda. Sobre o que o (incompreensível) falou, (incompreensível) o que que foi feito nessa etapa que a gente tá agora? Foi lançado uma minuta de princípios de documento para consulta pública, esses princípios foram questionados, discutidos, e aí saiu (incompreensível). (incompreensível) é que faltou (trecho incompreensível) que não é a licitação, mas com os princípios da (incompreensível) pra que (incompreensível). Se tivesse tido esse documento base (incompreensível) ajudaria muito na comunicação. E mais uma coisa que eu queria colocar, assim, hoje, em São Paulo, é muito comum (trecho incompreensível), são linhas de trajetos parecido, e elas se separam em algum momento (incompreensível). Só que este tipo de linha normalmente (incompreensível), ela tem uma sobreposição de trajeto muito grande. Por exemplo, (incompreensível) subutiliza-do em São Paulo, porque ele é um corredor que só tem quatro linhas (incompreensível). Você poderia muito bem ter mais linhas que utilizam (incompreensível) corredor, pra distribuir (incompreensível), pra uma série de outros lugares. Mas não, todo mundo vai pro Terminal Cachoeirinha, certo, e de lá pra pegar pra outros lugares. Se eu, por exemplo, tô lá próximo (incompreensível), necessariamente eu tenho que pegar dois ônibus (incompreensível). Então acho que seria melhor pensado nessa questão das linhas (incompreensível), porque na verdade você pode ter essas duas linhas, mas você pode aproveitar melhor a entrada de (incompreensível) dessas linhas. (incompreensível) região de Pinheiros, você tem (incompreensível), uma região muito grande, onde não tem cobertura de linha. Você tem que descer na Faria Lima e andar muitas quadras e não tem nenhuma linha que passa por ali. E no entanto, num ponto da Cidade Jardim, ali você tem quase 30 linhas que passam lá, (incompreensível). Então você poderia distribuir melhor essas linhas que vem na marginal e elas atingirem melhor outros bairros. (trecho incompreensível). A rede atual, ela foi concebida, ela funcionava da meia-noite até as 4h00 da manhã, com a última partida dos terminais às 4h00, (incompreensível). A última partida às 4h00 deixa5 muita gente ilhada, sobretudo nos terminais centrais, Parque D. Pedro, Pinheiros, Terminal Lapa. Por quê? Porque se eu chego 4h10 lá, a primeira partida (incompreensível) é em torno de 5h30. (incompreensível). O Parque D. Pedro (incompreensível), você não vai sair a pé de lá pra pegar uma linha (incompreensível). Lá é uma região perigosa. (incompreensível). Essa questão noturna (incompreensível) criar um sistema que realmente precisa ser revista a questão da última partida do terminal central (incompreensível). A sugestão que eu faço no caso do Parque D. Pedro é de você ter uma partida as 4h30 e outra as 5h00, pra pegar esse pessoal que chegou das últimas linhas (incompreensível) terminal. Qualquer técnico lá, passar lá de madrugada, 4h15, 4h30, sempre vai ter muita gente ilhada, que chegou o último noturno. (trecho incompreensível) se essa rede noturna pode ser ampliada (incompreensível). É isso. Obrigado.

Orador não identificado: Mais alguém?

Simone: Boa noite, meu nome é Simone. (incompreensível) o terminal (incompreensível). Aquele terminal de ônibus não tem nenhuma linha que passa (incompreensível) São Vicente, diretamente pra Lapa. Então, o que o rapaz falou (incompreensível), lá em cima, desce no terminal, do terminal tem que pegar outro ônibus. (incompreensível) não tem corredor, ela tem uma ciclovia no meio. Seria bom rever isso. (incompreensível). De manhã é um caos quem pega ônibus aqui. Então, quer dizer, (incompreensível). Porque se tem que pegar 2, 3, 4 ônibus de manhã, o tempo é muito longo pra chegar no serviço e vice-versa, chegar em casa também. Se tivesse uma linha ali, (incompreensível) São Vicente e rever o corredor (incompreensível).

(Colocação fora do microfone)

(Falas sobrepostas)

Oradora não identificada: Mas você quer uma linha que sai da Petrônio...

Simone: Marquês São Vivente.

Oradora não identificada: Com destino aonde?

Simone: Barra Funda.

Oradora não identificada: Ah, pra Barra Funda.

(Colocação fora do microfone)

Henrique: Boa noite. Meu nome é Henrique. (incompreensível) Penteado, Pedroso. Queria só ponderar, fazer uma ponderação (incompreensível) falaram aqui. Porque essa audiência ficou praticamente inóquia, porque ela não tá fazendo sentido sem números. A gente não tem a certeza de quantas pessoas vão ser atingidas, quantas linha vão ser mudadas, e principalmente os números de lotação, número de ônibus que vão ser remanejados. E principalmente no meu caso, que faço parte do CADES, a gente queria saber quanto de emissão, quanto vai ser a meta da emissão, de corte de emissão, que a gente não tem a meta atual. A gente queria saber, principalmente, quanto que vai ser cobrado dos ônibus, né, das empresas pra essa emissão ser, ao longo do tempo, que não seja ao longo dos 20 anos, seja rápido, o corte de emissão.

Orador não identificado: Ok?

Almir Mattos: Boa noite a todos. (incompreensível) audiência. Na verdade, eu gostaria de pedir um pouco mais de atenção com relação às duas linhas que sai, ali, do (incompreensível), sentido, uma delas, Lapa, que dá uma volta do inferno pra chegar (incompreensível). (incompreensível) o pessoal já comentou aqui, (incompreensível), pra na volta chegar (incompreensível), vai no Cruzeiro, vai não sei aonde, depois chegar (incompreensível). Se é possível você fazer uma linha direta pra lá (incompreensível). E o outro, 917 M, vai lá pro (incompreensível), que também só tem (incompreensível) pontos de ligação do bairro Morro Grande com o resto da cidade. Só isso. Obrigado.

Oradora não identificada: Qual seu nome, por favor?

Almir Mattos: Almir Mattos.

Oradora não identificada: Almir Mattos?

(Colocação fora do microfone)

Orador não identificado: Final de semana é zero.

(Colocação fora do microfone)

Orador não identificado: Ela quer fazer um questionamento. Ela quer fazer uma pergunta.

Orador não identificado: Qual o nome da senhora?

Eu gostaria de dizer que antes de vocês pensarem na licitação, vocês pensem quanto de problemas tem o transporte. A começar do terminal Santana. Embarque e desembarque errado. Lá é superperigoso. Os ônibus atropelam as pessoas. Isso ninguém vê. As linhas de ônibus não operam direito. Elas vem quando elas quer. O canal de relação 156 não serve pra nada. Só serve pra você ligar pra ficar nervoso. Eles não dão as respostas, e você liga e fica em aberto. Um mês, 40 dias... Aí você começa a cobrar. Liga na ouvidoria, a ouvidoria discute. Então, eu gostaria que vocês, antes de começar a fazer esse serviço da licitação, (incompreensível), vocês olhassem o tanto de problema que tem no transporte agora. (incompreensível). Você chegou 4h00, ele sai 3h59. Você chegou 4h00, você não tem ônibus pra voltar, Você vai voltar 6h00. Porque as linhas operam 5h20, 5h40, 6h00 da manhã. Isso é pra qualquer (incompreensível). Então (incompreensível) Santana está perigosíssimo, (incompreensível). Vocês vão esperar acontecer uma morte? Porque é complicado lá. Aquele monte de ônibus no mesmo local, carros (incompreensível). Eles fazem o desembarque no meio da rua. Entendeu? Então antes de fazer uma licitação (incompreensível) problema. Porque o 156 não vai te dar (incompreensível). Vocês têm que ouvir a população. Entendeu? E ônibus não operam direito, nenhum faz a tabela, nenhum. Eles vem a hora que eles querem. Mudam as linhas... que nem, teve uma... (incompreensível) mudou a linha 1744, a ultima partida não tinha mais, (incompreensível). Nada. Aí o moço ainda foi me chamar: olha, (incompreensível). Era o ônibus da... era 0h25, era o ultimo ônibus, eu não sabia. Na placa tá 10 pra uma. Aí eu tive que esperar 1h00 da manhã e ir no ônibus que eu não queria, porque aí você tem que descer lá embaixo pra subir num lugar perigoso. Então... Entendeu? Eu acho que, como sugestão, vocês deveriam ver o tanto de problema que tem o transporte, pra depois fazer uma licitação. Entendeu?

(Colocação fora do microfone)

Orador não identificado: Ok.

Gentil Russo: Boa noite a todos e a todas. Meu nome é Gentil Russo. Somos do conselho gestor e membro representativo da Associação (incompreensível). É sobre o itinerário 971 V/10, que é Center Norte-Vista Alegre, pra que mantenha-se os carros grande e o itinerário também. Porque a gente tá sempre ali atuando junto com as... (incompreensível) esse percurso do 971 V, (incompreensível), que é um dos primeiros ônibus (incompreensível), essa linha é muito antiga. (incompreensível) representando (incompreensível), que mantenha 971 V como está. Obrigado.

Orador não identificado: Qual seu nome?

Gentil Russo: Gentil Russo.

José Carlos Martinelli - SPTrans: Vou ver se consigo agrupar corretamente aqui. O seguinte, a colocação do senhor Benedito, da senhora Ivone, do senhor Almir Mattos e do senhor Gentil Russo, todas elas dizem respeito à operação de linhas existentes atualmente. Está certo? Então como eu havia comentado com o Otávio, existe um lado, vamos dizer, da gente usar essas sugestões na elaboração do edital de licitação, mas também tem um lado de eventuais intervenções ou modificações, que a gente possa fazer antes. Então o que eu vou pedir, Cláudia e Ivan, que vocês, quer dizer, peguem aí os dados com os cinco mencionados aqui, pra marcarem uma vinda aqui, pra poder conversar mais em detalhes sobre as sugestões que tratam de linhas específicas. Está certo? Acho que com isso a gente consegue, pelo menos, encaminhar mais especificamente esses pleitos que foram colocados. A colocação da senhora Helena sobre basicamente um caos, começa com um caos, o terminal Santana, tá certo, é uma situação atual e que eu vou encaminhar pra área de operações da SPTrans pra visitar o terminal, voltar ao terminal pra avaliar o que é que está acontecendo no terminal. Porque a preocupação que eu mencionei e que é real aí, quer dizer, trânsito bom é trânsito seguro, evidentemente, se aplica também dentro do terminal. Quer dizer, não pode ter um terminal de ônibus inseguro, certo? Vamos...

Helena: (colocação fora do microfone) onde passam várias linhas e o embarque e desembarque é ali. (colocação fora do microfone). Porque o pessoal desembarca (incompreensível). Outro dia o cara bateu na mulher com o ônibus. Ela tava na calçada. Não é perigoso. Não, está perigoso.

José Carlos Martinelli - SPTrans: Está bom. Vamos por esse caminho. Anotei o comentário em relação ao 156.

Helena: Olha, a gente liga, eles nem entende o que você quer. Você fala: olha, eu quero falar (incompreensível). Ela fala assim: (incompreensível). Como (incompreensível)? Eu tô te informando que eu tô retornando da minha linha, 178 R/10 (incompreensível) não tá passando. Não, ela (incompreensível). Aí você tem que pedir pra falar com o supervisor. Ele não consegue atender, aí vem o supervisor e faz a mesma coisa. Aí, com muito custo, ela coloca: intervalo excessivo é (incompreensível). Eu não sei o que acontece eles, eles não conseguem atender. Primeiro, você tá falando de intervalo (incompreensível), quando você vai dar (incompreensível)...

José Carlos Martinelli - SPTrans: O problema é intervalo. Perfeito. Não tem número de ônibus, porque o ônibus não passou. Se a senhora soubesse o número do ônibus é porque o ônibus passou.

Helena: (incompreensível). E aí, depois são 30 dias, eles falam: 30 dias. Não vem a resposta. Eu tive um caso, vou contar. Cheguei... Eu gosto de escola de samba, então eu saio do intervalo da X9 por volta de meia-noite. Cheguei lá no terminal, é uma sexta, o cara tava nervoso. Que ele já tava desde as 11h30 na Brás Leme, e muita das pessoas são assaltada na Consolação, esperando esse bendito ônibus. Já peguei várias pessoas que foram assaltada na Consolação, porque esperando o ônibus, aí (incompreensível) qualquer um. Aí cheguei lá, aí vi que tavam um grupo de umas 5, 6 pessoas. (incompreensível). Deu meia-noite, já tava chegando quase uma. E o rapaz nervoso. Ele ligava pra mulher dele. (incompreensível). Aí eu peguei e falei

assim... Aí a gente viu, passou três ônibus, não tiveram nem a pachorra de tirar a placa. E era 178 R. (incompreensível), nós ligamos pra garagem e falamos com o cara. O cara monitorou, falou pra gente que não tinha nenhum ônibus indo (incompreensível) e que tinha (incompreensível) final. E ainda demorar muitas horas, muito tempo pra chegar em Santana. Eram 10 pra 1h00. Aí o moço que tava todo nervoso, ele falou: vamos embora de táxi. Depois que a gente ligou pra garagem. Aí no outro dia, eu fiz a reclamação. Vai lá ver como tá a reclamação no 156. Tá em aberto. Eu fiz essa reclamação na ouvidoria, a ouvidoria falou pra mim que não procedia. Entendeu? Eu vou ligar pra ouvidoria pra falar alguma coisa que não aconteceu? Se nós estamos em mais de 5 pessoas, e nós vimos a placa do ônibus? Aí a gente reclama dessa linha, (incompreensível). Aí jogaram (incompreensível). Eles não gostam da linha, então eles fazem de tudo (incompreensível).

José Carlos Martinelli - SPTrans: Eu vou pedir pra vocês anotarem, por favor. A gente tem condição de verificar como é que tá a operação da linha. Eu não consigo voltar muito no tempo. A senhora sabe o dia que aconteceu isso aí?

Helena: Não, mas tem lá. Tá registrado.

José Carlos Martinelli - SPTrans: Se a senhora nos passar o número da linha, a gente consegue a...

Helena: Tá em aberto, a reclamação no 156 tá em aberto. No 156. Na ouvidoria (incompreensível) que não procedia.

Oradora não identificada: Qual o número da linha, senhora?

Helena: 178 R/10. É o Centro Paulista-(incompreensível).

José Carlos Martinelli - SPTrans: A gente consegue verificar como é que está a operação da linha.

Helena: Eu estou monitorando. Não tem ônibus indo na casa. Porque eles passaram tudo apagado. Só que não tiraram a placa, a gente viu. Agora eu ia ligar pra uma garagem mentindo?

José Carlos Martinelli - SPTrans: Está bom. Pelo menos como é que está a operação nessa linha, a gente consegue verificar.

colocaram (incompreensível).

José Carlos Martinelli - SPTrans: Está bom. Eu consigo verificar como é que está a operação dessa linha, e quando eles vierem pra conversar sobre as outras linhas que foram mencionadas, esse assunto, eles tratam com a senhora.

Helena: (colocação fora do microfone). Você acha que ele vai fazer? Por que que o pessoal quer que a (incompreensível) saia de lá? Porque fica (incompreensível). Você pode ir lá. (incompreensível). Você vai encontrar (incompreensível).

Orador não identificado: É essa mesma linha?

Helena: A mesma linha.

José Carlos Martinelli - SPTrans: Nós vamos... Essa, nós vamos verificar. Está bom? Isso a gente consegue fazer.

Helena: (Colocação fora do microfone) canal de reclamação (Colocação fora do microfone) que a gente tenha o retorno.

José Carlos Martinelli - SPTrans: Ok, eu vou anotar a suge... vamos estudar como é que a gente pode melhorar o atendimento através do 156, até que esses sistemas modernos que eu mencionei, que a gente vai ter...

Helena: (colocação fora do microfone) aí eu quis saber (incompreensível) 156. (Colocação fora do microfone). Liguei lá (incompreensível), não consegui resposta. (Colocação fora do microfone)

José Carlos Martinelli - SPTrans: O caminho é pelo 156. Nós vamos ver... Vamos verificar a reclamação em relação à linha, e vamos responder pra senhora. Está bom? Muito bom. Henrique, a meta de emissão vai estar definida na minuta do edital.

Henrique: Mas a minuta, vai ter uma outra audiência aqui?

José Carlos Martinelli - SPTrans: Como eu expliquei, a audiência é prevista na lei pra antes da minuta do edital. Está certo? É uma sugestão, uma nova audiência, é isso? Posso anotar como sugestão? Isso já aconteceu na audiência de ontem, a gente já levou, está certo? Eu vou anotar então, como uma sugestão de repetir a audiência, aqui, depois da publicação da minuta do edital. Muito bom. Gilmar, seguinte, a política tarifária da prefeitura não é objeto do edital.

Oradora não identificada: Leandro.

José Carlos Martinelli - SPTrans: Leandro. Desculpa. Desculpa. Eu entendi Gilmar. Então ele não é objeto do edital. Só pra sua informação, há uma dificuldade grande da prefeitura em lidar, nos tempos atuais, com situações em que você... que representa em perda de arrecadação pro sistema de transportes. Só vou citar um dado. Se a política tarifária de gente em 2013 estivesse vigente em 2016, a arrecadação do sistema teria sido um milhão de reais maior do que foi. Informação. É importante vocês saberem. As medidas que são tomadas, elas têm consequências em custos. Quer dizer, não é só uma vontade de se fazer as coisas. Temos reflexos em custos. Ok. Veja se eu interpretei corretamente. A gente precisa melhorar a comunicação sobre como é que funciona a rede de ônibus para a população, é isso?

(Colocação fora do microfone)

José Carlos Martinelli - SPTrans: Bom, a melhoria do aproveitamento do corredor, ele tem limite que na medida em que você coloca muitas linhas operando no corredor, você acaba congestionando as paradas. E aí, quando você congestiona a parada, fica aquele comboio de ônibus na parada, e aí você prejudica a velocidade comercial do corredor. Então existe um meio termo, que precisa ser buscado através do planejamento, pra que o corredor cumpra a função dele, que é permitir uma operação comercial maior. O corredor ideal, na verdade, seria um corredor que emulasse uma linha do metrô. Um corredor que só tenha um único ponto de saída, e chegue num único ponto de destino. Só que é muito difícil. Quer dizer, você não precisa fazer isso. Concordo com você, com o corredor de ônibus. Mas você também não pode ter, como tem, eu sou usuário do corredor Santo Amaro, tem pontos na Santo Amaro que têm 30 linhas. É impossível esse corredor ser eficiente desse jeito. Então vamos ter que usar um pouco de bom senso pra conseguir equilibrar. Mas uma vez publicado no edital, a gente está aberto pra... esse tipo de avaliação que você fez, por favor, volte a apresentar, apontando aonde você considera que vale a pena fazer algum tipo de revisão. E em relação às linhas atuais, por favor, passem as sugestões direto pra Cláudia e para o Ivan. Se não puder ser hoje, o dia que for marcado o retorno deles aqui. Ok. Está anotada a...

Orador não identificado: (Colocação fora do microfone). Essa questão do limite de 10 viagens (incompreensível), esse limite é surreal, (incompreensível) a utilidade do bilhete. O anterior... quando foi criado não tinha limite, aí depois colocaram o anterior de 20 viagens. 20 viagens é ok. Mas 10 viagens é muito pouco. (incompreensível). Reavaliarem esse limite de 10 viagens, tirou a utilidade do bilhete mensal. Tá certo? Eu usava o bilhete mensal porque eu andava mais de (incompreensível) por dia. (incompreensível), pegando ônibus pra dois, três pontos. Agora com 10 viagens, o bilhete mensal fica inútil. Então só esse ponto que não tem a ver com foco do edital, eu gostaria que revisarem, retornar pelo menos pra 20 viagens, que eu acho que é o limite correto (incompreensível). Só isso que eu queria (incompreensível) do bilhete mensal. (incompreensível).

José Carlos Martinelli - SPTrans: Ok. Ok. Vou anotar aqui a sugestão, mas nós estamos de acordo que isso não deve entrar na...

(Colocação fora do microfone)

José Carlos Martinelli - SPTrans: Ok. Ok. Na rede noturna, vamos olhar essa defasagem entre as últimas linhas da rede noturna e as primeiras da rede normal. Só que você mencionou e eu acabei não anotando. É no Parque D. Pedro II?

Orador não identificado: (incompreensível) Parque D. Pedro (incompreensível) principalmente, que são os terminais centro. E que a primeira linha que sai dele, ela vem do (incompreensível), ela chega no terminal (incompreensível).

José Carlos Martinelli - SPTrans: Ok.

Orador não identificado: Eu queria deixar uma sugestão. O senhor falou sobre (incompreensível), se pode até disponibilizar um e-mail, pra não ficar tão (incompreensível) aqui, à reunião, tal. (incompreensível) a comunicação ser um pouco mais... (incompreensível).

José Carlos Martinelli - SPTrans: Não. Não tem problema. Também gostaria de receber os e-mails de vocês. Está certo? Para que eles possam se comunicar diretamente. Diretamente.

(Colocação fora do microfone)

José Carlos Martinelli - SPTrans: Sugestão aceita. Ok. Posso passar à leitura do ofício? Muito bom. Ele está dirigindo à prefeitura regional da Freguesia do Ó/Brasilândia. Aos cuidados da SPTrans. Tem o endereço, CEP, data. Audiência pública de licitação de transporte. A nova licitação de transporte coletivo deve ter algumas diretrizes no tocante ao primar pela qualidade do atendimento como um todo. Nos últimos 17 anos eu notei várias mudanças, entre elas a regulamentação de vans, conhecidas popularmente como lotações, estas denominadas pelo sistema como permissão. Além de concessão, esta, por sua vez, denominadas veículos grandes, como ônibus convencional e padrão. Também a criação do Bilhete Único, sendo este um divisor de águas para os inúmeros usuários que fazem uso do serviço diariamente. E mais ainda, a renovação da frota, o que não acontecia muito bem em anos anteriores e assim por diante. O que poderia ter sido bom no início de 2000 ficou limitado ao longo dos anos de todos, pois o sistema acabou sendo alterado na gestão da então prefeita Martha Suplicy, 2001-2004, em sistemas estruturais e locais. Não obstante, vimos o aumento de usuários em ambos os sistemas, e nos últimos 7 anos uma queda drástica na frota. Profissionais das redes locais sem cobrador, e linhas locais superlotadas, linhas estruturais com intervalos exorbitantes, dentre outros. O cenário em alguns anos. 2010, concessão 9 mil; permissão, 2010, 6 mil. Isso veículos, não é isso? Ônibus. E 2017, maio, concessão, 8605; 2017, maio, permissão, 5914. Tanto a gestão Serra, Kassab, Haddad e nessa nova, os argumentos quanto ao uso do Bilhete Único tornou-se um trunfo para que a prefeitura evite investir mais na frota das

tínhamos 1500 linhas. Bilhete único versus transporte coletivo. Impossível negar que o Bilhete Único trouxe muitos benefícios. Porém vemos que nos últimos anos, última década, vemos, de fato, que a licitação deixou a desejar no que diz respeito às inúmeras alterações de linhas que surgiram nos últimos anos, e algumas outras sendo abarrotadas de usuários, quando as mesmas não possuíam condições para tanto. As linhas locais, a princípio, foram criadas para ter celeridade no atendimento do transporte, até por conta de bairros (incompreensível) e estreitos, dificultando a circulação de veículos maiores. Além disso, a linha local conduzindo o usuário a veículos maiores, seja ele padron ou articulado, e este por sua vez (incompreensível) da viagem e melhores condições de viagem. Mas tornou-se um (incompreensível) as linhas locais. E não adianta o prefeito Dó-ria (incompreensível) terminal Cachoeirinha, andar nas linhas de articulado. Precisa experimentar o árduo e terrível sistema local, que por sinal é ainda defendido e mantido pelo atual prefeito. Exemplo, em 2015, com o fim da linha 8214, Jardim Paulistano-Correio, as linhas 8549 (incompreensível), 8528, Jardim Guarani-Correio, cada linha ganharam 2 mil passageiros a mais por dia útil. Mudou-se a rotina da linha, dificultando tanto os usuários antigos como os recém-chegados. Outras linhas locais transportam o equivalente às linhas estruturais. Linha 9004, Jardim Eliza Maria-Terminal Cachoeirinha, média de 3500 mil usuários por dia útil. Linha 9005, Jardim Princesa-Terminal Cachoeirinha, média 14500. Linha 9009, Cohab-Terminal Ca-choeirinha, média 15 mil. Os números indicam que a SPTrans evita criar novas linhas ou a possibilidade de aumentar frota de várias linhas com base no atendimento frívolo e inconsequente de que o Bilhete Único é passaporte para integrações diversas. Mas o que de fato apurei, o mesmo não garante qualidade do atendimento dos 9 milhões de usuários diretamente na cidade. Preferem tampar o buraco e abrir dois. Transporte coletivo versus trânsito. Se de fato queremos melhorias no transporte coletivo, o município precisa urgentemente pensar em melhorar o sistema viário. Não só os recapeamentos das vias, tanto coletoras locais e até mesmo corredores, sobretudo melhorar a sinalização e no que diz respeito a estudar, implantar rodizio de trânsito em avenidas, como a Avenida Deputado Cantídio Sampaio, Avenida Elísio Teixeira Leite, Avenida General Penha Brasil, Avenida (incompreensível) Pinto, entre outras. Não esquecendo também que a prefeitura, seja por meio da CET e até por (incompreensível) e o DETRAN, na remoção de alguns veículos estacionados em avenidas como estas supracitadas, no impedimento da fluidez do trânsito. Seccionamentos. Antes mesmo do processo de licitação dos transportes coletivos por ônibus na cidade de São Paulo ser iniciado, (incompreensível) prefeitura de São Paulo, por meio da SPTrans, eliminou 21 linhas de ônibus, sendo uma delas noturna. Outras 17 linhas foram alteradas, das quais 5 não circulam mais aos sábados, e 7 deixaram de operar aos domingos e feriados. Mais 5 linhas tiveram os percursos reduzidos, obrigando os passageiros a fazerem mais baldeações. Entretanto, uma das preocupações tem sido sobre os critérios dos impactos desses seccionamentos em diversas regiões da cidade. Muitas vezes pode ser que determinadas linhas não são lucrativas. Mas servem regiões que necessitam do atendimento deste serviço. Os 130 km de corredores não atendem plenamente ao universo de quase 15 mil veículos do transporte coletivo que atendem, contando com as integrações, 9 milhões de pessoas todos os dias na capital paulista. Sem corredores suficientes, os ônibus estruturais perdem empenho, velocidade, e ficam presos no trânsito. Não adianta, assim, fazer com que uma pessoa desça no bairro, espere o outro ônibus para seguir para o centro da cidade, sendo que esse coletivo estrutural está preso no trânsito, e não consegue chegar até onde essa pessoa está. O resultado é maior tempo de espera. Isso implica, inclusive, na segurança desse passageiro, que estará mais suscetível à violência urbana, com os corriqueiros assaltos e até crimes sexuais, que ocorrem atualmente nas paradas de ônibus. Outro aspecto relacionado à infraestrutura, é que também não adianta jogar o passageiro no ônibus em estações de linhas de metrôs que já estão superlotadas, e que teriam uma situação ainda mais complicada no momento considerado da demanda. Os terminais locais de ônibus também devem ter a estrutura observada antes do aumento do seccionamento. Algum desses espaços já estão próximos do limite, tanto para receber passageiros, como mais ônibus, sendo que os atuais já encontram dificuldade de manobra nas áreas de embarque e desembarque. Hoje, com o Bilhete Único, que permite as integrações estruturais, não é necessário deixar o passageiro em terminais. Mas largar o usuário em pontos escuros, perigosos, sem abrigo e sem calçada decente é algo (incompreensível), e deve ser pensado na licitação. O modelo é muito semelhante ao da licitação apresentada na gestão passada, e na época, se calculava alteração de quase 30% das linhas e aumento em até 40% das necessidades de baldeações. Baldeação não é ruim. Bem pensada, até melhor que o atual sistema existente. O problema é quando o passageiro é obrigado a fazer várias transferências no seu trajeto em redes que não possuem estruturas, tornando a viagem mais longa. Terminal Cachoeirinha. Por último, o Terminal Cachoeirinha possui mais de 30 linhas diariamente funcionando, já incluídas as linhas noturnas. Mais de 300 passageiros sendo beneficiados diariamente. Não há mais espaço físico para ampliar o atendimento de novas linhas. E com base nisso, quero comentar a linha 9653, Pedra Branca-Correio, uma linha de vital importância, de mais de 40 anos no bairro, servindo moradores do Jardim Peri, Cachoeirinha, até o centro, tem seus dias contados. Quando surge esse cenário da licitação uma possível mudança, essa sendo seccionada até o terminal Cachoeirinha. A linha transporta em média 13 mil passageiros diariamente. Por fim, a prefeitura deve ouvir os usuários das linhas de ônibus. Não basta vir até as prefeituras regionais, quando os usuários encontram-se dentro dos ônibus. Se as mudanças são positivas, elas serão bem-vindas. Mas com base no

A IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO SA garante a autenticidade deste documento

quando visualizado diretamente no portal www.imprensaoficial.com.br

terça-feira, 29 de agosto de 2017 às 03:18:40.